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11 / novembro / 2010 - 11:42
“A teologia da prosperidade é demoníaca”, diz Ronaldo Didini
Nos últimos meses, a notícia de que uma igreja assumiria o controle de mais um canal da TV brasileira causou...
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Nos últimos meses, a notícia de que uma igreja assumiria o controle de mais um canal da TV brasileira causou burburinho. Trata-se da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), comandada pelo seu apóstolo Valdemiro Santiago, egresso da Igreja Universal do Reino de Deus. A denominação assumiu o controle da Rede 21. Um dos grupos neopentecostais com crescimento mais rápido no país, a IMPD iniciou as transmissões disposta a se expandir ainda mais. O slogan da nova emissora – “Vem pra cá, Brasil” – já sugere o caráter do empreendimento. O carro-chefe da programação são os cultos, cheios de imagens de exorcismo e curas, promovidos por Valdemiro. Na telinha, ele que chama as pessoas à plataforma, abraça-as e chora com elas, num ambiente que mistura comoção e alguma histeria. O investimento da IMPD em mídia é mantido em sigilo absoluto, mas comenta-se no mercado que chegaria a 4 milhões de reais mensais.
Tamanho investimento vale a pena? Para o pastor Ronaldo Didini, sim. Quando a Igreja Universal comprou a Record, há quase 20 anos, foi ele, na época pastor da denominação de Edir Macedo, quem esteve à frente das negociações. Naquela emissora, comandou o 25ª hora, programa que marcou época na radiodifusão evangélica. Dali, ele ligou-se à Igreja Internacional da Graça de Deus, comandada pelo missionário Romildo Ribeiro Soares, onde colaborou na implantação da Nossa TV e da Rede Internacional de Televisão (RIT). Agora, depois de servir de interlocutor e sacramentar o negócio entre o Grupo Bandeirantes e a Mundial, ele é o gestor da Rede 21. Inteligente e bem articulado, apresenta o programa Hora Brasil, exibido diariamente entre meia-noite e 1h30. “É uma continuação do que fazia no 25ª Hora”, define.
Aos 51 anos, casado e pai de duas filhas, Didini considera a televisão um poderoso instrumento para a evangelização. Sua trajetória chama a atenção não apenas por sua especialidade em TV evangélica, mas também por sua migração denominacional. Tendo peregrinado por igrejas como Universal, Graça e agora a Mundial do Poder de Deus – fora o período em que esteve em Portugal, onde montou a dirigiu a Igreja do Caminho –, ele conhece como poucos o mundo do neopentecostalismo. “Não nego meu passado, mas amadureci”, diz o religioso. Hoje, Didini é um detrator da teologia da prosperidade, que, segundo ele, é um câncer que está consumindo a Igreja brasileira. “E muitos pastores a defendem abertamente em rede nacional. É o que existe de pior na televisão do país”, critica. O religioso recebeu a reportagem de CRISTIANISMO HOJE em sua nova casa no bairro do Morumbi, em São Paulo:
CH – O senhor tornou-se uma referência para a mídia evangélica por ter comandado o 25ª Hora, exibido pela Rede Record nos anos 1990. Como foi aquela experiência?
RONALDO DIDINI – Foi uma experiência riquíssima, tanto do ponto de vista religioso como sociológico. Aquela foi a primeira vez que pastores evangélicos discutiram abertamente com a sociedade todos os problemas do nosso tempo. Quebramos barreiras, pois deixamos claro que o evangélico é um cidadão como qualquer outro. Ali, falávamos abertamente sobre qualquer assunto, sobre sexo, política, coisas então consideradas tabu em nosso meio, sem perder o compromisso com os valores da Palavra.
Como o senhor avalia a programação evangélica feita hoje no Brasil?
O que existe de melhor, a meu ver, é a combinação que a Igreja Mundial do Poder de Deus faz entre proclamação da Palavra e demonstração do poder de Deus. Também gosto de alguns programas que estudam a Bíblia nas madrugadas. Um exemplo são os programas de Silas Malafaia naquele horário, onde ele recebe pastores e gente interessante. Os peixes mais graúdos são os que estão ligados nessa hora, de madrugada. Quando alguém prega com mansidão e de maneira equilibrada nesse horário, em que a pessoa liga a TV porque precisa ouvir a Palavra, não há quem não se quebrante.
Com a entrada maciça dos evangélicos na televisão, não há uma “guerra santa” pela audiência?
Não creio. Por mais que o homem fale, quem está no controle da Igreja é o Espírito Santo. Mas podemos fazer uma leitura diferente do que acontece no Brasil. Em 1985, acabou o regime militar. As pessoas esperavam por algo novo, desejavam mudanças, inclusive na esfera espiritual, já que a presença católica era hegemônica. A abertura também trouxe esse novo momento, em que as igrejas passaram a ter liberdade para usar os meios de comunicação. Houve imaturidade, inconsistência? Sim. A sociedade e a Igreja não souberam medir isso. Por outro lado, a liberdade foi também exacerbada. Há dez anos, as crianças estavam dançando na boquinha da garrafa por causa da TV. Hoje, amadurecemos e não se vê mais isso. Acho que o mesmo aconteceu com a Igreja Evangélica em seu crescimento; agora, é preciso colocar os pés no chão e regrar isso.
Comenta-se a boca miúda que R.R.Soares paga R$ 5 milhões mensais à Bandeirantes e que Malafaia desembolsa outro tanto. Há informações de que sua igreja teria um investimento em TV estimado em 4 milhões por mês. Essas cifras são reais?
Não acredito que sejam reais, até porque, nesse caso, o mercado seria super-inflacionado e não haveria condições de se pagar tanto. O próprio mercado publicitário não teria condições de concorrer com esses valores. Vivo no meio e posso dizer que falam de números muito mais altos que os reais.
O Hora Brasil tem a mesma proposta do 25ª Hora?
O Hora Brasil funciona como se fosse um termômetro. Obviamente, do 25ª Hora para cá, a sociedade evoluiu muito. Hoje, cerca de 30% da população é evangélica. Eu chamo a sociedade para dialogar sobre assuntos religiosos, médicos, problemas sociais. Estou fazendo jornalismo e já pude observar algo interessante: uma preocupação generalizada com a preservação da família. Pessoas com as mais diferentes linhas de pensamento estão preocupados com o destino das famílias, com seus valores – ao contrário do que a mídia em geral incentiva, que é a falta de compromisso, a infidelidade conjugal, o individualismo e a libertinagem, que tanto marcam nosso tempo. Mas o Brasil não é uma Sodoma ou Gomorra. Isso é resultado do esforço feito ao longo dos anos por homens e mulheres de Deus para pregar o Evangelho, e que levou ao boom dos crentes na mídia. Os especialistas criticam esse avanço, mas ele é uma âncora de valores há muito esquecidos e desprestigiados. Infelizmente, esse avanço tem dois lados: o positivo, do qual já falei, e o negativo, que são os escândalos. Mas Jesus já disse que escândalos viriam. Temos que nos preocupar com os “ais” que os sucederão, para que não sejamos seus causadores. É preciso haver limites.
Quais são esses limites?
Fiquei assustado com o que fez o pastor Marcos Feliciano em seu programa. Ao mesmo tempo em que pregava o Evangelho, ele anunciava terrenos para as pessoas comprarem em prestações, dizendo que Deus abençoaria aquela compra. Isso ultrapassa o limite. Ao mesmo tempo em que se anuncia a salvação, vincula-se isso à venda de produtos para receber a bênção de Deus. Lógico que aquele comercial está sendo pago. Feliciano ultrapassou a barreira ética. Para mim, isso é oque existe de mais vulgar na teologia da prosperidade. A igreja precisa de fundos? Sim. Mas de onde vêm? Dos dízimos e ofertas. Apenas eles têm fundamento bíblico. Sem esse pastor perceber, creio que o próprio Deus o fez tropeçar para expor a nudez desses cruéis ensinos. A teologia da prosperidade é um câncer no segmento evangélico.
Por que o senhor critica tanto a teologia da prosperidade?
Porque ela é demoníaca. Penso que os líderes evangélicos deveriam se unir e dar um basta nesses ensinos. A teologia da prosperidade bateu no fundo do poço e já deveria haver uma conscientização de muitos líderes acerca disso. Todos que optam por esse caminho ficam satisfeitos apenas em ir bem financeiramente, não ter sofrimento de nenhum tipo. Querem ficar independentes, achando que não precisam de mais nada. Os pregadores da prosperidade não têm contato com o povo e não enxergam isso, porque são pobres, cegos, miseráveis e estão nus. O homem não tem que ditar regras a Deus e dizer a ele como e a que horas fazer o milagre. Minha crítica a essa teologia é que ela proclama aquilo que é terreno e não o que é sagrado, sobrenatural. Com o tempo, tal mensagem se desgasta e o resultado está aí. Eu fui missionário em nações muito pobres da África. Por que a teologia da prosperidade não funciona lá? Para responder essa questão, o teólogo da prosperidade não está preparado. Se não funciona lá, ela é antibíblica. Jesus falou que é mais fácil um camelo passar pelo fundo da agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. Ora, se a teologia da prosperidade fosse bíblica, todos seriam ricos e quase ninguém acabaria salvo. Pregar e acreditar na teologia da prosperidade é como construir um castelo na areia ou fazer um gigante com pés de barro – mais cedo ou mais tarde, tudo cairá.
Mas durante muito tempo o senhor militou em igrejas propagadoras da teologia da prosperidade… Quem mudou, suas ex-igrejas ou o senhor?
Não mudei o meu pensamento. Foi a obra do Espírito Santo, que me amadureceu. Sou muito grato por tudo que recebi na Igreja Universal e na Igreja da Graça. Não tenho nada contra essas instituições e nem contra seus líderes. Minha diferença é doutrinária. Uma coisa é enxergar, e outra é mudar, se for preciso, sair do sistema, quando ele se torna mais poderoso do que a Bíblia. O catolicismo está cheio de exemplos assim. Todos os padres sabem que não é uma bula papal que pode dizer que o líder é infalível ou que Maria subiu ao céu com seu corpo. Mas o sistema Católico Apostólico Romano requer que essa doutrina seja aceita, e muitos a defendem em nome de um sistema.
O senhor não teme ser considerado ingrato por seus ex-líderes?
Como eu disse, nada tenho contra Macedo ou Soares. Tanto, que quando eu saí da Universal, foi como que se perdesse meu chão. A Iurd para mim era mais importante que qualquer outra coisa na vida; eu amava aquele ministério, dava minha vida por ele. Depois, conheci a Igreja da Graça. O missionário Soares me ajudou muito naquela época, pastoreando minha vida por dois anos. Foi um verdadeiro pai, preocupando-se com minha alma, porque eu não estava bem espiritualmente. A teologia da prosperidade me fez um mal tremendo. Continuei caindo e bati no fundo do poço quando abri a igreja lá em Portugal [Igreja do Caminho, inaugurada por Didini em Lisboa em 2003]. Estava sozinho com minha mulher e duas malas de roupas começando uma igreja na periferia. Então, aprendi que ou dependia de Deus ou o meu ministério ia acabar. Deus me ensinou muito naqueles cinco anos, até me colocar ao lado do apóstolo Valdemiro.
O bispo Renato Suhett, que saiu atirando da Universal e até abriu uma igreja onde criticava abertamente o que chamava de “sistema religioso” montado por Edir Macedo, acaba de voltar à Iurd. O senhor já foi chamado para retornar á Universal?
Nunca fui chamado para retornar à Igreja Universal, até porque já disse publicamente que não tenho interesse em retornar. Aqui, na Mundial, é como que se eu tivesse voltado para a Iurd em que comecei nos anos 80, uma igreja viva. Creio que se o Renato Suhett voltou, sabe o que está fazendo. Mas eu estou em casa agora.
Rupturas no seio neopentecostal são comuns. Macedo e Soares começaram juntos a Universal, de onde o último saiu para fundar a Igreja da Graça. Valdemiro também é oriundo da Universal; o próprio Macedo começou na Nova Vida, de onde também saiu Miguel Ângelo, que dali fundou a Cristo Vive. As justificativas para a dança de cadeiras são sempre semelhantes, como a de divergências teológicas ou mudanças de visão – contudo, as novas igrejas que surgem acabam trazendo muito das denominações de origem, inclusive os aspectos que criticavam. O que acarreta tantas rupturas?
Uma árvore pode ter muitos ramos, muitos galhos. O importante é observar o que Jesus fala em João 15, e estar alicerçado nos ensinos de Cristo e na prática da verdade. Quando a igreja nasce pela vontade humana, para ser uma maneira de levar a vida, é complicado. Paulo também defende sua autoridade apostólica em Cristo. Por isso, não interessa quem pregou, se foi Paulo, Pedro ou Apolo – o importante é estar firmado em Jesus. No fim das contas, vejo que muitas ramificações poderiam ser evitadas se houvesse menos vaidade humana e mais compromisso com a videira verdadeira que é Jesus.
Então, as divisões acontecem porque cada um quer ter seu próprio espaço?
Nem sempre. O que o dedo faz, os olhos não podem fazer. Não importa a função de cada um; importa que Cristo seja o cabeça do corpo. A Igreja Mundial, por exemplo, tem uma função que as outras igrejas mais tradicionais ou adeptas de ensinos não ortodoxos não podem cumprir. Mas no momento em que algum órgão do corpo adoece, todo o organismo passa a sofrer. A Igreja de Cristo hoje precisa se voltar para a mensagem original e entender o recado: o agricultor é o Pai e a videira aqui é Jesus. Então, vamos parar de vaidade! Eu, por exemplo, quando assumi a Igreja Internacional da Graça de Deus em Portugal, tornei-me vice-presidente vitalício da denominação. Poderia hoje reivindicar isso, já que nunca renunciei. Mas jamais chegaria lá e tentaria tomar a igreja. O verdadeiro pastor é Jesus. Acredito que se existir essa consciência, haverá menos ramificações.
Pode explicar como foi sua adesão à Igreja Mundial?
Sou amicíssimo do apóstolo Valdemiro. Talvez seja uma das pessoas mais chegadas a ele, fora sua família. Mas não vim para cá só pela amizade. Nunca daria certo. Primeiro, reconheci que a Mundial era um movimento de fé muito forte, e depois comecei a observá-la. Fiz quatro viagens para o Brasil e observei claramente o reavivamento bíblico no século 21. Depois veio a fase mais difícil, a de submeter-me à autoridade espiritual dele, sendo seu amigo. Então, peguei a chave da minha igreja e dei na mão dele, dizendo: “Seu trabalho é maior que o meu. Você é mais importante que eu em Portugal”. E vim para ajudá-lo com os dons que Deus me deu. Acredito que estou em uma fase na qual Deus não quer me ensinar mais. É hora de dar frutos, pois ele já investiu muito em mim.
O senhor tem salário na igreja?
Não. Tenho funções executivas na Igreja Mundial, mas não sou funcionário, não recebo qualquer benefício financeiro. Sou contratado como jornalista pela Rede Bandeirantes. Pela misericórdia de Deus, eu moro numa boa casa, tenho um bom carro, visto boas roupas, mas nada disso me pertence, é dado pelo Senhor. Por isso, posso exercer com liberdade minha vocação. Aliás, esse foi o motivo por que saí da Graça. Comecei a me sentir um funcionário da igreja, sem aquele algo mais, sem um desafio. Eu tinha o mais alto salário, carro à disposição, liberdade para pregar em qualquer lugar; todos os pastores da Graça me tratavam muito bem, eu era sempre recebido com festa. Mas não me sentia bem como executivo, com tarefas meramente burocráticas dentro de uma organização. Resolvi sair. Hoje, aprendi a lição.
Quando estava em Portugal, o senhor se queixava de que os evangélicos brasileiros enfrentavam muitas restrições lá. Essa situação ainda persiste?
Persiste e piora. Digo isso por causa dessa lei xenófoba da imigração. Quase não são liberados vistos para brasileiros. O segundo problema gravíssimo que presenciei lá, quando participei de um congresso da Assembléia de Deus portuguesa, é que não há comunhão entre a Assembléia de Deus brasileira e a de lá. O pastor Joel, filho do José Wellington [presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil], esteve presente também. As lideranças portuguesas não aceitam os pastores brasileiros que são enviados para lá. Como o Brasil se tornou um exportador de missionários, maior é a rejeição. No mundo inteiro, especialmente na Europa, igrejas com lideranças brasileiras atraem apenas público brasileiro. As únicas exceções são trabalhos com negros, que são imigrantes também, vindos de lugares como Cabo Verde, Quênia, Jamaica, Nigéria.
Fonte: Cristianismo Hoje / Gospel Prime













34 comentários
Congrego numa obra onde o pastor não é assalariado. Tem seu trabalho fora da Obra como todo ser humano.Onde não se pede oferta a manuntenção da Igreja é feita pelo fiés de forma voluntaria. A oração é voluntaria e no entanto é uma obra próspera onde se prega a palavra mostrando a volta de Jesus. A importancia da Salvação.Passamos por prova para amadurecimento espiritual,( nas escituras fala que no mundo teríamos afliçoes),más firme na obra usando as armas espirituais e com obdiencia ao Senhor saimos vitoriosos em todas as batalhas. A doutrina da prosperidade é para esta vida. Para desviar o foco da Salvação e a Salvação não é para esta vida más para a eternidae,cidade celestial preparada por Deus. O que esta aqui ficará…
ResponderAcho que não entendeu minha colocação André. Levar ajuda é um coisa como na Etiopia e outros paises na miseria agora,pregar esse teologia num pais miseravel onde povo padece de fome é outra.É o cumulo do absurdo
Que eu saiba a IURD não constiuiu igreja nos Emirados Arabes. (Só se os lideres quisserem perder a cabeça. hehehhe E essa lista que vc colocou ai. Esses sim são os verdadeiros pregadores do evangelho de Cristo sem interesse material, queriam mostrar o verdadeiro salvador do mundo sem nada em troca. Não iam com essa conversa de malandro não. “Dá isso que vc vai recebe de Cristo” Oferta tanto que vc vai recebe em dobro. É se tá ajudando Etiopia não faz mais que obrigação; pelo tanto de dinheiro extoquido dos fieis, tem que mostrar servilço senão fica na cara que são um bando de mercenários sem escrupulos.
ResponderCerto cabeção!?
Sinceramente, toda maneira de se pregar o evangelho é útil, mas isso não quer dizer que seja absoluta…sou totalmente contra o “”absolutismo””, ou seja opiniões e decisões que afirmem que tal jeito, ou tal prática é a melhor em detrimento da outra…se pregar o evangelho pelo “”net”” é uma coisa boa, sim é uma coisa boa, mas não é a solução…não há o calor humano…e a igreja é uma coisa boa, sim, é uma coisa boa, há calor humano…mas também há os defeitos humanos…e por aí vai…não há uma “”solução oficial””…sabemos que na “”net””, há os acomodados, que fazem dos defeitos que há nas igrejas, como uma desculpa, ou os rebeldes, que não conseguem se adaptar a nenhuma igreja, pois a mudança tem que acontecer neles, mas acredito que deva haver bons frutos através do evangelismo na “”net”” (apesar de não conhecer nenhum)…e nas igrejas, há os problemas com os condescendentes, mas os frutos de se propagar o evangelho, ainda é o melhor e mais prático…“”e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus.Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade;estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho;aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias.Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.”” ( Filipenses 1 : 14 ao 18 )DEIXEM O JULGAMENTO PARA DEUS…
ResponderAcho um absurdo sujar o prato que comeu,
Responderesse é o mal de muita gente.
JESUS diz: quem comigo não ajunta, espalha.
Concordo com você…
ResponderQueria ver a IURD pregar essa teologia da prosperidade nos paises ricos nos Emirados Árabes.heheh Será que daria certo, onde só tem ricaços? Ou então na etiopia onde toda a população é pobre e miseravel e não tem o que tirar deles.Será que teria sucesso essa teologia?
Tem que procurar o lugar certo né? Senão não dá lucro e pode perder a cabeça.(no paises arabes) hauahuahauh
É duro ter que lidar com gente que não pensa…a IURD já tem trabalhos especiais nos Emirados Árabes…
Existem 4 evangelhos, você sabe por que cabeção…hehe…
Cada um voltado a um povo diferente…
Mateus….Judeus…
Marcos….Romanos…
Lucas……Gregos…
João……..igreja primitiva…
OU SEJA, para o Jovem, um Jesus que não reprima a juventude, para os enfermos, o Jesus que cura…para o necessitado, o Jesus, que os socorre, para o vicíado, o Jesus que liberta…e isso em qualquer parte do mundo…pense cabeção, não diga bobagens…entendeu, ou quer que desenhe ?
A IURD já faz trabalho na Etiópia ôh cabeção…hehe…que cara burro, tsc, tsc…
A prosperidade é consequência, mas nem sempre, de uma perfeita vida em Cristo. Declaro, ser comprovado, que são poucos os que podem receber tal dádiva, visto ter conhecer muitos homens cristãos que cairam em desgraça após receberem tais bençãos. Observar também a origem da prosperidade se de Deus ou do diabo, pois muitos não procuram saber de quem esta vindo tal bandeja.
ResponderEstou com vc André..
ResponderEngraçado…depois que Didini, Caio Fábio e outros caem e são afastados de suas funções e se “”tornam independentes”"…começam atacar as coisas que antigamente faziam…por que não fizeram isso antes de cair e de serem afastados de suas funções ??? Muito estranho, tsc, tsc…
Respondersimplesmente porque quanto ao trato passado nunca de despojaram do “velho homem” que se corrompe pelas concuspiciencias do engano. Nunca se revistiram do “novo homem” que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.
ResponderUÉ, está se dirigindo a mim ??? que estranho…depois você não aguenta boneca…hehe…
E quando eles, o Didini e o Caio Fábio, deixaram de ser orgulhosos e invejosos ???
Responder“”Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.”" ( Hebreus 10:25 )
BEM, NOSSO RAPAZ (O DIDINI), NÃO ME PARECE TÃO TAPADO ASSIM PRÁ SÓ AGORA PERCEBER A CANOA FURADA QUE É ESTA COISA – CHAMADA IMERECIDAMENTE DE “DOUTRINA”, DA PROSPERIDADE. O MOÇO PEREGRINOU, PASTOU NOS PASTOS DA UNIVERSAL E DA GRAÇA. ATÉ AÍ NORMAL. MAS DIZER AGORA QUE “O que existe de melhor, a meu ver, é a combinação que a Igreja Mundial do Poder de Deus faz entre proclamação da Palavra e demonstração do poder de Deus.”, NÃO DÁ PRÁ ENGOLIR SEM UMA MEDITAÇÃO MAIS DEMORADA SOBRE O ASSUNTO. AO MEU VER, O QUE HÁ DE MELHOR, O QUE REALMENTE ABRE OS OLHOS DO POVO PARA A MERCENARIEDADE PRATICADA PELOS LOBOS NEOPENTECOSTAIS, É O ESTUDO DA PRÓPRIA BÍBLIA COM IMPARCIALIDADE, ALÉM DA LEITURA DE BONS LIVROS. E POR FALAR EM LIVROS, ME PERMITAM AQUI MENCIONAR ALGUNS QUE DEVERIAM SER LIDOS POR TODOS NÓS, ESPECIALMENTE AQUELES QUE COM SUAS FAMÍLIAS TÊM SIDO ENRREDADOS PELA TAL “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”: 1) SUPER CRENTES; 2) DECEPCIONADOS COM A GRAÇA e 3) EVANGÉLICOS EM CRISE. Estes três são de autoria de Paulo Romeiro. Leia também “POR QUE DEUS NÃO ME CURA”, de autoria de Ron Dunn. Todos são da Editora Mundo Cristão. OBS.: NÃO ESTOU GANHANDO NADA POR INDICAR ESTAS OBRAS, APENAS ACHO QUE CONTÊM ENSINAMENTOS E ESTUDOS QUE MUITO AJUDARÃO MUITAS PESSOAS.
ResponderHÁHÁHÁHÁHÁHÁ…
ResponderHá tantas coisas boas que poderiam ser mostrados em programas evangélicos, não só curas e libertação, mas documentários, entrevistas, estudos, etc, ainda mais no Brasil, e a nossa cultura tosca, de mulheres nuas em novelas e afins.
ResponderPoderiam utilizar a televisão para propagar o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo, mas o que fazem? Não se ouve a palavra de vida, as escrituras, quando muito apenas intitulam mas o conteudo é totalmente vazio, nada tem a ver com a salvação, não muda o ser, só se espera o ter.
Hoje se ve tantos evangelicos como nunca se viu mas de joio esta cheio por isso me envergonho hoje de muitos evangelicos, jamais do pleno evangelho.
ResponderAtualmente vc congrega em alguma igreja?
ResponderNão sou mais um como muitos desigrejados, mas eu e minha familia somos e continuaremos sempre compromissados com DEUS e com sua palavra.
Entendo. Acredito que vc e sua família tenha seus motivos para não irem mais a uma igreja. Porém, penso ser importante ir a uma pois os cristãos devem estar em comunhão uns com os outros. E na igreja recebemos orações e fazemos orações pelos demais. Além disso “a fé vem pelo ouvir da palavra de Deus”.
ResponderQuando digo que os programas de tv poderiam passar coisas mais interessantes, me refiro a coisas como a entrevista abaixo. Recomendo muito que qualquer um assista a esta entrevista completa. Note que Mohamad foi rejeitado até por alguns de sua igreja e outros cristãos, mas manteve a fé e a boa consciência.
E foi dentro de uma igreja que ele recebeu a Bíblia. E fora convidado para um estudo bíblico dentro de uma igreja. Portanto, podemos ver que cuidar da vida espiritual é algo que ocorre dentro e tb fora da igreja.
Fica com Deus.
http://www.youtube.com/watch?v=_4qgNweqY4o
Correção: Mosab não Mohamad.
ResponderAlex se voce ver esse video do Atalaia entenderá porque tornei-me um desigrejado.
http://www.youtube.com/watch?v=Kq0a0QCf0do
A “teologia da saúde e da prosperidade” é a segunda coisa que mais tem infamado o Caminho no Brasil.
Responder.
Disparado em primeiro lugar está a entrada e permanência de pessoas biblicamente desaprovadas no ministério pastoral.
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Vejam no capítulo 1 de Tito:
“… bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.
Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem…”
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Vejam no capítulo 3 de I Timóteo:
“Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja.
É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo.
Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo…”
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.Se alguém não for em todos estes pontos provado e aprovado, não está apto a pastorear.
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Simples assim.
“Ou dá, ou desce”.
ResponderO Bispo Macedo e a IURD não pede oferta de maneira equilibrada. Sua ideologia é a do “dá ou desce”. As reuniões da IURD, na maioria das vezes, se resumem na mensagem da doutrina da prosperidade – “Dê um pra ganhar cem” – parece ser atraente, mas não é factual.
Silva, você não conhece o trabalho da IURD, tsc, tsc…
ResponderEngraçado só agora esse elemento se pronuncia e declara que essa teologia é demoniaca? Sai de uma instituição que como igrejas são abertas apenas para se verem livres de impostos, para esses lideres de cegos sempre será um bom negocio em disvirtuar os ensinamentos que JESUS deixou. Sendo um dos homens de marketing ou mais correto, marketeiro do valdemiro que inventou o trizimo dizendo ser do Pai, do Filho e do Espirito Santo vem com toda esta hipocrisia declarar o que todos ja estão carecas de saber. Esse virus foi disseminado na America, chegou na America Latina e os sabichões que se intitulam de bispos, pastores, apostolos estão ai levando os incautos com suas bofecias a “ter” e não a “ser” compromissado como cristão. Por isso tornei-me um desigrejado, procuro cultuar a Deus em minha casa assim como tantos que continuam firmes nas promessas mas jamais colocarei minha confiança nesses mercenarios que ai estão. Jamais me esquecerei que apesar de conhecer Jesus ainda criança, me batizei adulto e quando mais precisei devido problemas conjugais que me levou a uma separação conjugal, não havia um pastor para me aconselhar, me orientar. O que havia e o que hoje ha são os chamados lideres dessas instituições. Passaram-se anos, retornei a este local pois minha irmã queria conhecer e me deparei com as chamadas campanhas de prosperidade. Me enoja saber que o evangelho de Jesus se tornou um mercado nesses chamados templos que nada tem a ver com a Igreja de Jesus Cristo. Se o Filho de Deus retornasse a esse mundo e expulsasse esses vendilhões de seus chamados templos talves esses mesmos o crucificassem novamente da mesma forma que Judas o traiu por algumas moedas de ouro.
ResponderMUITO ME ANIMA VER QUE AINDA TEMOS PESSOAS COMO VOCÊ (GERO PINHEIRO): QUE AMADURECEU, VIU A DESGRAÇA QUE É ESTA TAL “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”, E HOJE NÃO SE FURTA A ESCLARECER OUTRAS PESSOAS (QUE PRECISAM MESMO SER ESCLARECIDAS) SOBRE OS FUNESTOS EFEITOS DA TAL TEOLOGIA. PARABÉNS E CONTINUE ASSIM, PARTICIPANDO COM SUAS OPINIÕES CALCADAS NA DURA EXPERIÊNCIA DA VIDA.
Responderobrigado Ivo, desde que me conheço como gente tenho visto disseminar esta teologia apenas para desgraça de muitos, pois ainda pequeno não cheguei a Jesus por bençãos terrenas, chegue pelo chamado às crianças, fui envolvido pelo seu imenso amor, pelo ensino em escola dominical que foi meu primeiro evangelizado, ainda me lembro do casal de missionarios que vinham dos EUA e fundaram a primeira casa de oração com dom genuino de pastoreio. Hoje o que vemos? Marqueteiros utilizando o nome de bispos, apostolos, pastores formando multidões de seguidores para quando em tempo de interesses seus proprios como agora nas eleições serem os grandes formadores de opção como lideres que foram levantados, jamais como homens ungidos para pastorear. O verdadeiro pastor dá sua vida pelas ovelhas e os que aí estão se mostram como mercadores do evangelho de Jeus Cristo, outros abortistas e abertos a todo escandalo e iniquidade que a cada dia se mostra nos noticiarios.
ResponderCOLEGA GERO, sem dúvida é importante vir aqui num site como este, e soltar o verbo mesmo. Pois aqui podemos, digamos, trocar idéias. Ver o que pensam outras pessoas (embora às vezes discordemos completamente delas). E também não podemos nos furtar em levantar estas questões que desmascaram os mercenários do Evangelho, que enquanto o povo desce a ladeira, se afundando cada vez mais na pobreza, eles enriquecem e seguem engordando a grande Babilônia.
Amadureceu demais, que até estragou…hehe…
ResponderPODEMOS CONSIDERAR O DANDINE; UM DOS MAIS INTELIGENTES ENTRE O; EMPRESARIADO CRISTÃO, O QUE NÃO RESPEITAMOS É SUA ABSURDA NEGAÇÃO EM RELAÇÃO A PRATICA DA TEORIA DA PROSPERIDADE . COMO SE SABE TAL TEOLOGIA SÓ FUNCIONA COM SE DIZ QUE NAÕ SE A PRATICA; PORTANTO DANDINE VELHO MALANDRO AGORA NA IGREJA MUNDIAL; SE FAZ DE HIPÓCRITA. QUANDO ELE É UM HIPÓCRITA. PORTANTO SE A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE É DEMONÍACA , EIS AI ”BESTA DO SÉCULO 21″ .
ResponderPorque ela é demoníaca. Penso que os líderes evangélicos deveriam se unir e dar um basta nesses ensinos. A teologia da prosperidade bateu no fundo do poço e já deveria haver uma conscientização de muitos líderes acerca disso. Todos que optam por esse caminho ficam satisfeitos apenas em ir bem financeiramente, não ter sofrimento de nenhum tipo. Querem ficar independentes, achando que não precisam de mais nada. Os pregadores da prosperidade não têm contato com o povo e não enxergam isso, porque são pobres, cegos, miseráveis e estão nus. O homem não tem que ditar regras a Deus e dizer a ele como e a que horas fazer o milagre. Minha crítica a essa teologia é que ela proclama aquilo que é terreno e não o que é sagrado, sobrenatural
Engraçado!.. o Pastor Caio Fábio, denuncia desde 1987 todo este absurdo e é criticado veementemente.
ResponderValeu Vera!
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