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8 / fevereiro / 2010 - 14:38
Atualmente, 190 pessoas estão congeladas para um dia, quem sabe, voltarem a viver.
A reportagem do Fantástico mostrou uma técnica polêmica lançada nos Estados Unidos nos anos 60: a criogenia, congelamento de corpos, à espera...
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A reportagem do Fantástico mostrou uma técnica polêmica lançada nos Estados Unidos nos anos 60: a criogenia, congelamento de corpos, à espera dos avanços da medicina. Esse processo evoluiu nos últimos anos e a procura aumentou. Atualmente, 190 pessoas estão congeladas e duas mil aguardam a vez na fila de espera.
O coração de Rhea Ettinger parou de bater em 1977. Charles Emily completou 100 anos e deixou de respirar depois de cair de uma árvore. Era para ser o fim da linha. Mas antes de dizerem adeus, eles fizeram um pedido: não queriam ser enterrados nem cremados, mas sim, congelados. Emprestariam seus corpos à ciência para ganhar uma segunda chance de viver. Isso se um dia fosse possível ressuscitar os mortos.
O Instituto de Criogenia é uma espécie de cemitério. Em cada tanque, até seis corpos ficam imersos em nitrogênio líquido, a uma temperatura de -196ºC.
O presidente do instituto, Benjamin Best, verifica o nível de nitrogênio nos tanques, para manter a temperatura adequada e garantir a preservação de 95 corpos. O congelamento, há cinco anos, foi substituído por um sofisticado processo de vitrificação.
Quando o coração para e os médicos concluem que já não há mais nada a ser feito, o paciente está morto. Mas, para a criogenia, ainda existe esperança. É quando começa um longo processo de preservação. O primeiro passo é um procedimento bastante conhecido para a medicina, em uma banheira cheia de água e gelo. O equipamento mantém o coração e os pulmões funcionando artificialmente.
“Estamos tentando manter as células vivas, mantendo o oxigênio no cérebro e nos outros tecidos”, explica o presidente do instituto Benjamin Best. Ele diz que, assim, ganha-se tempo até começar a cirurgia.
O sangue da pessoa morta é substituído por um líquido que ajuda na conservação das células. Pelo coração, os especialistas injetam até 20 litros de uma outra solução, um anticongelante. Quando a temperatura baixa, esse solução anticongelante fica rígido como vidro, o que impede a formação de gelo no cérebro e garante a preservação quase total das células.
Depois de todo esse processo de vitrificação, o corpo ou o paciente – como eles preferem dizer – é levado para a câmara de resfriamento. Ele é colocado em uma maca e os tubos começam a jogar nitrogênio líquido. A temperatura começa em 0ºC e chega, em cinco ou sete dias, a -196ºC, que é a temperatura que o corpo vai ficar por anos.
Benjamin não pode abrir o tanque onde estão os corpos de humanos, mas mostra onde ficam os animais de estimação. “Aqui dentro tem um gato congelado”, ele diz. E conta um experimento recente que trouxe mais esperança à criogenia: o rim de um coelho que estava vitrificado foi transplantado com sucesso em outro animal.
Estima-se que apenas 190 corpos estariam preservados em quatro centros nos Estados Unidos e na Rússia. Mas há quase dois mil candidatos pagando o equivalente a R$ 52 mil para serem conservadas em nitrogênio depois de morrer.
A promessa desses cemitérios futuristas é de que os corpos vão ficar ali o tempo que for necessário à espera de evoluções científicas para voltar a viver.
A ânsia por viver eternamente continua! A imortalidade ainda é impossível, mas existem outras alternativas como por exemplo a ressurreição. É isso mesmo! A turma da ciência está estudando uma nova forma de trazer os mortos de volta a vida. A grande questão é voltar a viver pra que? Pra ficar mais 100 anos aqui sem produzir nada? Ou para viver mais tempo fazendo besteira e explorando as pessoas? Não sei.
É impossível não lembrar de Ezequias que após receber a mensagem do profeta dizendo que ele deveria arrumar sua casa porque iria morrer, pediu a Deus que estendesse sua vida. Ok ok, disse Deus e acrescentou mais 15 anos na vida do rei. Resultado: Nasceu Manasses, filho de Ezequias que foi por sua vez o pior e mais cruel rei que Israel já teve.
Creio piamente que ninguém morre de véspera, portanto, quando eu vier a falecer, não me ressuscitem quero encontrar logo com meu criador e viver a verdadeira ressurreição, a que Jesus garantiu pra mim e que não precisa de aprimoramentos nem da boa vontade de um tanque de Criogenia.
Com reportagem Gospel Prime / Fantástico






3 comentários
eu aceitaria ressureiçao, nunca se sabe qual vida nos espera depois da morte imagina que deus nao deixou moises entrar em canaa pois ele feriu a rocha duas vezes agora voce para e olha para si mesmo sera que deus vai deixar eu ir para o ceu errante homem que somos, e tambem jesus deixa claro que sao poucos os que conceguirao entrar no reino dos ceus.
agora para e pensa quao bom seria se podessemos matar a saudade de pessoas queridas que ja se forao.
ResponderMas se eu fiz o homem para viver na Terra porque eles insistem em querer viver no céu? Fiquem aí na Terra que é o lugar de humanos, no céu (céu é modo de dizer, como sou espírito na verdade não moro no céu, moro fora do universo físico, pois não tenho um corpo físico, vocês podem chamar de forma simples de outra dimensão) só vivem os seres espirituais, e como homem não tem corpo espiritual infelizmente quando vocês morrem, vocês morem mesmo, ou seja, acabam, viram pó (lembra que eu disse a Adão? tu és pó e ao pó voltarás?). Mas não fiquem tristes todos estão ligados a fonte e tem seus códigos de vida gravados, de forma que quando morrem (saí-lhe o espírito neste momento cessam seus pensamentos) se eu quiser posso revivê-los utilizando esse mesmo espírito (veja não é um corpo mas uma força de vida, como uma assinatura digital que contém tudo referente àquele ser) que retorna a mim quando morrem.
ResponderQue coisa, não!
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