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6 / setembro / 2011 - 23:40
Consultor cristão é demitido de banco por escrever livro contra o casamento gay
Duas das empresas clientes cancelaram os treinamentos por causa da sua posição em relação ao homossexualismo
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Depois que lançou um livro contra o casamento gay, o consultor cristão Dr. Frank Turek foi demitido de duas empresas. A primeira a demiti-lo foi a Cisco Systems na Califórnia e um mês depois foi o Bank Of America.
Turek estava fazendo um trabalho dentro do Bank of America há 15 anos, realizando programas de formação de equipes de liderança. “Eu recebo um monte de críticas apenas por concordar com o que a maioria dos americanos concorda: que o casamento é entre um homem e uma mulher”, disse Turek na semana passada na Rádio American Family.
O veterano da Marinha dos EUA foi contratado em maio, para fazer uma apresentação em uma reunião da equipe de Gestão de Negócios Globais e Análise do Bank of America dentro do Global Wealth e Investment Management.
Ele estava agendado para fazer uma apresentação – chamado “Por que você não pode ser normal como eu?” – Sobre como se adaptar a diversas personalidades para melhorar a produtividade e relacionamentos. Três dias antes de sua apresentação em junho, no entanto, Turek soube por um gerente de RH que ele havia sido demitido.
O recado de um dos gerentes fda empresa foi de que Turek teve sua vida pesquisada pela empresa que descobriu que ele havia lançado o livro chamado “Correto, Não Politicamente Correto: Como o Casamento Homossexual Prejudica a Todos” e por esse motivo ele não poderia mais fazer a palestrar para os funcionários do banco.
Na resposta que enviou ao CEO Brian Moynihan, Turek argumentou que o casamento não foi o tema de sua apresentação, nem nunca esteve em todos os seus anos de trabalho com o banco.
“O que a atividade sexual, preferência sexual de uma pessoa têm a ver com a produtividade do trabalho?” disse o consultor no programa de rádio.
O livro em questão foi lançado no início deste ano e um dos gerentes da empresa e ofendeu com o livro após buscar o nome de Turek e reclamou com o diretor de inclusão e diversidade da Cisco.
Como o Bank of America também promove a “inclusão” e “diversidade”, Turek queixou-se ao CEO que estava sendo excluído por seu ponto de vista político e religioso. Ele pediu ao Moynihan para considerar o que teria acontecido se ele tivesse escrito um livro a favor do casamento gay e um empregado conservador reclamasse.
“Eles provavelmente já teriam demitido o funcionário conservador”, conjecturou Turek.
Ele também deixou claro em sua carta que ele respeita todas as pessoas e concorda com o banco sobre o valor de “inclusão” para garantir que as pessoas trabalhem juntas cordial e profissionalmente, apesar dos diversos pontos de vista político, moral ou religioso.
Turek também explicou que defende a visão do casamento entre homem e mulher “não por causa de ódio ou fanatismo, mas por causa dos fatos biológicos da natureza que a única relação que pode procriar e trazer a próxima geração e melhor nutrir a próxima geração é quando um homem e uma mulher ficam juntos”.
Ao que tudo indica o Bank Of America vai marcar uma reunião com o consultor nos próximos dias para tentar desfazer o erro. “Pelo menos algumas pessoas lá estão me dizendo que eles percebem a hipocrisia, mas vamos ver onde isto vai”.
Seu recado final da rádio foi de que todas as corporações estão “tentando doutrinar os funcionários a aceitar certos comportamentos sexuais, principalmente a homossexualidade”.
“Acho que eles devem ensinar às pessoas que elas devem respeitar as outras pessoas, porque eles são seres humanos, não porque eles dormem com uma certa pessoa”, acrescentou.
Gospel PrimeCom informações The Christian Post













21 comentários
Credo onde estamos indo? Eu antes não tinha nada contra homosexuais, mas a coisa está indo para um terreno que daqui a pouco quem é heteroxessual é que vai ser o et da coisa. No passado ninguém ligava muito pra essa coisa de uma pessoa ser gay ou não, agora parece que está virando uma imposição, custando a vida normal das pessoas comuns, ora pois, se é assim os gays estão construindo para eles mesmos uma cama cheia de pregos e espinhos. Quem antes não ligava pra isso vai passar a ter repulsa pela imposição a que está sendo submetida.Ora gays parem com isso.
Responderbem feito…deixe a sua vida pessoal em casa e vai trabalhar levando somente seu lado profissional…carregue consigo seu pre-conceito mas nao ponha pra fora…acha que os gays estao errado?? reze por eles,quem tem que juga los e Deus e nao vc…
ResponderBem feito! Sua convicção política e religiosa vai de encontro aos direitos de parcela da população, assim como o nazismo o fez. Afinal, o nazismo também era uma convicção política que dizimou milhares de judeus, negros, etc. Isso é certo, Jesus?
ResponderEsse banco é Heterofobico? ou está agindo com heterofobia? kkkkk, só rindo.
A paz de Cristo
ResponderTudo que vem da decadente U.S.A em especial, sugiro ser visto com extrema cautela.
ResponderGraça e paz em Jesus Cristo.
só uma pergunta, o claudiomar coelho é brasileiro?
Respondereu não entendi o idioma dele!!!
Um esclarecimento: uma vez que não era empregado, mas um consultor contratado para determinada tarefa, o autor do livro não foi e não poderia ter sido demitido. Simplesmente cancelaram a apresentação (e o contrato) dele. De qualquer forma, uma pessoa com tal currículo não poderia dar palestras justamente sobre “inclusão” e “diversidade”.
ResponderCausa-me estranheza que na ‘onda’ de “inclusão” e “diversidade” justamente excluíram o consultor!!!! Caramba, que mancada, não se vive o que se prega!!! É um filtro onde a “diversidade” é só a minha opinião, e todos tem que aceitar, ou cabeças rolam!! BAITA retrocesso, falta um iluminismo nessa história. Acho que o ativismo gay, com tal currículo de intolerância é o menos indicado pode falar sobre “inclusão” e “diversidade”. E de todo modo, um esclarecimento: ele não foi contratado, conforme a matéria, para dar palestras sobre tais temas; ele foi contratado para outras funções e discriminado por sua opção sexual e liberdade de expressão.
ResponderBem feito. Democracia é respeitar a todos. Quer dizer que casal estéril não pode se casar porque não vai procriar? Mas que bananas…
ResponderMarcel, um casal heterossexual estéril é uma exceção à regra. Já a impossibilidade de procriar numa relação pautada no homossexualismo é a regra; sem exceção.
ResponderE ainda tem bobo que dá ouvidos ao ativismo gay na mesma lenga lenga de que os Cristãos são intolerantes. O pior cego é aquele que se recusa a ver.
ResponderOs ativistas gays, são intolerantes ao extremo. Deve ser um tipo de TPM ao revesso.
Responderse permanecer fiel dar-te-ei a coroa da vida, é isso ai Turek fechou duas portas, o Senhor Jesus abre várias
ResponderConcordo amado irmão Francisco. Jesus está chegando e muitos serão chamados e poucos escolhidos. Vamos ficar firmes na Fé, vigiando e orando.
ResponderSe ele tivese sido demetido por apoiar o homossexualismo, a empresa seria tachada d: homofóbica. Como é o inverso neh ela tah como: bom samaritano. Isso é o inverso e o reverso.
ResponderPara não se dar mal o negocio é calar a boca
ResponderÉ o movimento gay mundial mais uma vez mostrando suas garras.
Responderhomuxexoalismo que tragedia umanitaria essas comiçoes que apoia querem que nos emgulamos aceco o que Deus proibi em sua palavra temos sim a obrigação de respeitar o ser humano e não seus atos pecaminosos não sou homofobico a poialos ecomo apoiar Ritler na matansa dos cristão e nisso vamos matar os cristãos silenciosamente
ResponderOu isso é uma piada, ou o comentarista Claudiomar Coelho não conhece o nosso idioma. Que dialeto é esse, afinal?
Responderkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderTurek é um dos grandes homens abalisados na palavra em que eu conheço!!
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