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19/07/2012 - 17:35 - Atualizado em 19/07/2012 - 16:53

Imagem de pastor é usada na campanha para a legalização da maconha

Após declarações favoráveis, Pat Robertson vira “garoto propaganda” de campanha

por Jarbas Aragão


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Os motoristas que trafegam perto de Grand Junction, Colorado, foram surpreendidos por um outdoor promovendo a legalização da maconha que estampa o rosto do pastor Pat Robertson.

Fundador da Christian Broadcasting Network e apresentador do programa Club 700, o apelo é pelo voto favorável à emenda 64, que legalizaria o uso de maconha no Estado.

Em uma entrevista ao The New York Times, em março, o conservador Pat Robertson disse que apoiava “totalmente” a iniciativa que deseja usar as mesmas regras existentes para o álcool para regulamentar o uso de maconha. “Eu realmente acredito que devemos tratar a maconha da mesma maneira que tratamos as bebidas alcoólicas”, disse Robertson na ocasião. Na mesma época, durante um dos episódios do “The 700 Club”, ele condenou as prisões realizadas por porte de maconha.

“Eu acho chocante ver quantos desses jovens acabam na prisão, onde se tornam criminosos mais violentos, apenas porque carregavam uma quantidade muito pequena da substância controlada… É hora de pararmos de prender as pessoas por posse de maconha.”

Se aprovado, o plebiscito irá regulamentar o uso da maconha no Colorado e pode servir para estimular campanhas parecidas nos outros Estados americanos.

David Cox, diretor regional da Campanha de Regulamentação da Maconha, disse à rede NBC: “É hora de reconhecermos que a maconha é menos perigosa que o álcool e que a política usada para a proibição da maconha não tem conseguido os objetivos que se propôs”.

O outdoor digital, localizado na estrada I-70, mostra uma imagem do evangelista Pat Robertson com os dizeres: “Pat Robertson votaria SIM na 64. E você?”.

Outdoor: Pat Robertson votaria SIM na 64. E você?

“Como um líder reconhecido, conservador e evangélico, o endosso do Sr. Robertson é especialmente poderoso”, explicou Betty Aldworth, uma das diretoras da Campanha.

“Muitas pessoas estão familiarizadas com Pat Robertson e valorizam as suas opiniões. Neste caso, sua opinião é que não faz absolutamente nenhum sentido permitir aos adultos usarem álcool, mas puni-los por usar maconha. O Sr. Robertson também lamentou a enorme quantidade de dinheiro desperdiçado para processar e prender as pessoas por crimes relacionados com a maconha. Esperamos que as pessoas levem isso em conta quando votam na Emenda 64, em novembro”.

Este é o terceiro outdoor defendendo que o uso da maconha usado no Colorado. O primeiro mostrava uma mulher declarando preferir a maconha ao álcool. O segundo tinha um pai pedindo a legalização da maconha para ajudar a controlar o seu filho.

A assessoria de Pat Robertson não comentou se o evangelista permitiu que sua imagem ou nome fossem usados.

Com informações de Huffington Post e God Discussion




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comentários

  • Ricardo santos

    PASTOR DO SATANÃS, FILHO DO CÃO, TOMARA QUE O SENHOR DEUS , NÃO DEIXE AS PESSOAS FICAREM NAS SUAS MÃOS, TU NÃO LAVARÁ AS PESSOAS, PARA O INFERNO, DEUS Á DE FAZER JUSTIÇA! SR.PAT ROBERTSON,COM FICO TRISTE EM VER TANTA MALDADE, MAS SE FOR VERDADE, VAIS PAGAR, ESTA CONTA, AO SEU SANGUE?

  • elder lima

    É isso mesmo minha gente, vamos todos seguir a linha de raciocínio do Sr Varnellas. Vamos liberar as drogas e vamos aprovar o aborto. Não percamos mais tempo em lutar contra o tráfico, final quem liga se a nossa juventude está se perdendo nas drogas e no álcool, e indo pra um caminho sem volta cuja a última parada é o cemitério? Quem liga se famílias inteiras estão sendo destruidas por causa do crack? Quem se importa afinal Sr Varnellas, com desespero de uma mãe que teve seu filho morto pelas mãos de traficantes? Vamos industrializar drogas ilícitas, criar impostos de comercialização para a cocaína, crack, maconha e etc. O país lucrará bastante, e não importa se esse lucro vier a base de sofrimento dor e morte, afinal o progresso está sempre em primeiro lugar! Sr Varnellas, porque não se candidata a presidência da república?

    • Varanellas

      elder lima,
      A distorção e o apelo emocional são artimanhas típicas dos crentes, e não é de hoje.
      Só não desenho porque este recurso não esta disponível neste site; e, como não estou a fim de usar o tatibitate para marmanjo que fica fazendo muxoxo; então, vou ter de descer a lenha no parvo…rs!!!
      Em primeiro lugar, desafio você a demonstrar que faço apologia das drogas e do aborto!
      Defendo o aborto, em casos extremos e específicos, como nos estupros ou fetos anencefálicos; mas, gostaria de saber o que você ou a sua igreja fazem para acolher as crianças que eventualmente nasçam nestas condições e são abandonados pelas mães?
      Não vá me dizer que você e sua igreja são contra o aborto; mas, que o problema é da mãe grávida. Assim fica fácil, né?
      Quanto à questão das drogas, não sou eu o único que verifico que a proibição e todo aparato policial do estado fracassou tanto no combate ao tráfico como em reduzir o número de usuários.
      Se o modelo esta fracassado, o mínimo que se espera das pessoas inteligentes é que o revejam para que possa surgir eficácia na luta contra este mal.
      O exemplo clássico de que o modelo da proibição do uso, e o aparelhamento policial do estado para combater o tráfico não funciona, é o da lei seca nos Estados Unidos. Quando ele foi aplicado, o consumo de álcool aumentou, a corrupção se institucionalizou, gerando o apogeu dos gangsteres em Chicago, as pessoas bebiam produtos sem controle de qualidade; o estado não arrecadava e tinha menos recursos para tratar os doentes; ou seja, o fracasso foi total e retumbante, tanto que aquela lei foi sabiamente revogada.
      Defendo a liberação em primeiro lugar porque creio que a proibição não funciona; qualquer pessoa encontra a droga que quiser consumir, a despeito de ela ser proibida; defendo a liberação para que o usuário deixe de procurar com bandidos a droga que vai consumir; afinal, esta promiscuidade além de promover mais riscos, acaba levando muitos deles para o caminho do crime; defendo a liberação porque o estado pode disciplinar a forma de distribuição, aquisição, consumo e ter cadastro tanto de fornecedores quanto de usuários, e a partir disto, trabalhar no sentido de promover campanhas e minimizar danos; defendo a liberação porque desta maneira este comércio que existe ilegalmente, queiramos ou não, passe a ser formal, recolher impostos que deverão ser usados no tratamento e na recuperação de dependentes, ao invés de financiar a compra de armas pelo crime organizado, como acontece hoje; defendo a liberação porque cabe ao individuo escolher aquilo que deseja consumir, desde que ele seja responsabilizado, inclusive com agravantes, se cometer crimes sob efeitos de drogas; defendo a liberação para que o estado pare de gastar fortunas com o combate ao crime, sendo que boa parte destes recursos acabem nos bolsos de policiais desonestos, passando a usá-los na saúde que é o enfoque que a droga tem de receber; defendo a liberação para que a droga perca o ar romântico e contestador que hoje possui, porque é proibida e usá-la pode parecer ser contra o sistema. Você já ouviu alguém dizer que luta contra o sistema consumindo tabaco ou bebendo cerveja?
      Como você pode notar, se tiver inteligência e for isento de preconceitos, não sou contra a família; não sou apologista da drogas; não quero o mal dos nossos filhos e nem jogo para a torcida, usando o recurso baixo e inescrupuloso de sensibilizar emocionalmente a massa em prol da minha opinião. Isto tem um nome; chama-se desonestidade intelectual!
      Não preciso do apoio da maioria nem faço demagogia para que meu argumento seja aceito; apenas, defendo-o com clareza, mesmo quando certas víboras atacam-no com torpezas.
      Não sou candidato a nada nem a síndico do meu prédio…rs!!!

      • elder lima

        Sr Varanellas, eu não preciso desse tipo de publicidade, não o conheço pra dizer que o sr é apenas um playboy mimado que não enxerga um palmo a frente do nariz, ou alguém que veio do proletariado e está decepcionado com o país.
        Mas posso falar o que eu conheço. Nasci sim em berço evangélico, mas nem sempre estive dentro da igreja. já frequentei os piores buracos que o sr possa imaginar, conheci inumeras adolescentes de 14,15 e 16 anos grávidas, que por falta de uma estrutura familiar ou do estado, realizaram abortos muitas vezes dentro de casa(algumas dessas perderam não só o bebê, mas também a vida). É muito fácil usar a desculpa dos estupros ou anencefálicos pra simplesmente fechar os olhos e desviar o foco do problema(pelo visto assumir responsabilidades não é muito sua praia). Não sei se o sr foi, é ou teve alguém na família com problemas de alcoolismo ou outras drogas, espero que não. Mas pra simplesmente de maneira irresponsável dizer que a saída é a liberação das drogas, é porque não conhece o sofrimento de uma família que tem esse tipo de problema. O alcool é uma das principais causas de acidentes de trânsito no país(detalhe: É PROIBIDO DIRIGIR EMBREAGADO, SR VARANELLAS). E não é demagogia ou auto-promoção, é um problema que tem que ser encarado de maneira séria e não leviana, que é justamente isso que o sr está fazendo. Não adianta dizer que é responsabilidade do governo ou da polícia apenas, é responsabilidade de todos. Minha, sua e de toda a socidade. ” As drogas possuem um ar romântico e contestador.” Só se for em sua terra, vá em uma cílnica de tratamento para dependentes, pergunte a eles se são “românticos”, ou se querem contestar algo, a única coisa que irá encontrar são vidas destruidas, pessoas que perderam não só o respeito mas a dignidade e as vezes até a razão de viver. Isso sr Varanellas não é “desonestidade intelectual”, não é “jogar pra torcida” e muito menos “sensibilizar a massa em prol da minha opinião”, Isso se chama RAZÃO. Coisa que o senhor perdeu, se é algum dia teve. E não é por que o plejamento de combate ao tráfico, e apoio ao dependente seja um fracasso, que simplesmente vamos dizer, “vamos liberar as drogas e o problema estará resolvido.” De todas as suas idéias, essa é sem dúvida nenhuma a mais ridícula.

        • Varanellas

          elder lima,
          Não sou playboy nem do proletariado; sou classe média igualzinho a você; e não estou decepcionado com o meu país…rs!!!
          Também nasci em lar evangélico (meus pais eram da Assembléia de Deus e meus irmãos são da Igreja Metodista); mas, por pura curiosidade, já estive em cultos como candomblé; espiritismo de mesa branca; igreja católica; mórmons; e filosofias baratas, do tipo Nova Era; contudo, assim como a evangélica, nada me acrescentaram, e hoje, sou agnóstico porque acho que ser ateu é tão radical e desproposital quando afirmar a existência de qualquer deidade.
          Desafiei o senhor a demonstrar que faço apologia das drogas; e, até agora, nada!
          Nunca disse que liberar as drogas significava dar um cheque em branco para ser gasto como se tivesse vontade; sempre afirmei que ao invés do estado decidir qual substância o cidadão pode ou não consumir, ele deve deixar a escolha para o individuo, até porque, a proibição falhou naquilo que se propôs; ou seja, não conseguiu combater o tráfico nem reduzir o consumo.
          O estado deve controlar a venda e os locais de consumo como faz com o álcool e o tabaco; manter controle dos distribuidores (que devem ser empresas) e dos usuários para oferecer apoio terapêutico e psicológico visando minimizar danos e oferecer suporte para quem quiser se livrar do uso.
          Nunca disse que o aborto deve ser usado como método contraceptivo nem como ferramenta de planejamento familiar; não defendo a liberação a qualquer custo; mas, não acho que uma mulher que sofreu a violência do estupro (casos comprovados) tenha de continuar sofrendo por mais nove meses; não entendo porque manter uma gestação de um feto sem cérebro, se o parâmetro para existência de vida é a ausência de morte cerebral.
          Não afirmei que a responsabilidade seja apenas de A ou de B, até porque, em sociedade todos somos responsáveis. Tenho filho e filhas e prezo pela saúde, bem estar e felicidade deles.
          Trabalhei por dez anos com jovens que fazem uso de drogas e sei que muitos deles romantizam-nas por acreditar que usando estão enfrentando o sistema, sendo rebeldes e libertários. O cenário do rock sempre foi muito ligado ao uso das drogas como uma forma de libertação; será que o senhor nunca percebeu isto?
          O combate às drogas tem de mudar o foco policialesco, ineficiente e corrupto, para o de saúde pública, educação conscientização e responsabilidade de todos.
          Liberar, por si só não resolve; assim como proibir a aparelhar o estado para uma guerra também não foi suficiente.
          Liberar, regulamentar, fiscalizar, engajar o jovem – que é a maioria dos usuários – em campanhas de preservação da saúde, investir na educação, no esporte, oferecer lazer e cultura – principalmente para os bairros periféricos tão desassistidos – criar escolas de tempo integral para tirar os jovens das ruas; criar programas de estágios, a partir do colegial para formar cidadãos produtivos e respeitados. Neste processo, acredito que as igrejas – de todas as religiões – podem também colaborar para incutir valores.
          Num cenário como este, a liberdade de escolha raramente recairá sobre a droga; mas, uma coisa é bastante plausível, o número de pessoas que precisarão desta muleta será ínfimo.

        • elder lima

          Mudando o discurso, Sr Varanellas? Bom saber! O Sr me desafiou a provar que fazes apologia às drogas. Não quero aqui tranformar isso em uma batalha de certo ou errado, mas por um acaso essas palavras lhe são familiares? “Esse pastor é o cara…rs!!!
          Sem brincadeira; não houve nem nunca haverá benefício algum em se manter a MACONHA E TODAS AS OUTRAS DROGAS ILÍCITAS PROIBIDAS.
          Afinal, se Deus deu livre arbítrio porque o estado tem de dizer quais as substâncias que o cidadão pode ou não consumir?” Só pra terminar sr Varanellas, tenho 38 anos, casado e com 3 filhos, cuja a mais velha tem 16 anos. Não sou nehnum idiota que acha que a vida é um conto de fadas. Temo pela educação dos meus filhos, quero que crescam, estudem e sejam formadores de opinião. Coisa que imagino eu, o sr também queira para os seus filhos.

        • Varanellas

          elder lima,
          Nenhuma destas frases são apologia ao uso das drogas.
          Nunca fiz uma defesa apaixonada a favor do uso de qualquer droga, lícita ou ilícita, nem sequer defendo seu uso; apenas defendo que compete ao indivíduo conscientemente decidir se vai ou não usar qualquer tipo droga, e ao estado disciplinar seu uso; ou seja, as fontes de distribuição, o cadastro dos fornecedores (empresas) e dos consumidores, os lugares permitidos, as sanções e as penas para o descumprimento das normas.
          Defendo o estado promovendo campanhas de esclarecimento; amparando, cuidando, tratando e minimizando os danos dos usuários; utilizando-se dos recursos advindos da taxação do comercio legal e do redirecionamento para a saúde, das verbas que hoje são utilizadas para o combate ao tráfico e inibição do uso.
          Sou casado, tenho duas filhas e um filho, tendo eles 28, 25 e 23 anos respectivamente; tenho 53 anos, e por dez anos estive trabalhando com usuários de drogas; ou seja, acho que tenho boa experiência como pai de família e como profissional, para poder emitir minhas opiniões.
          Tenho sobrinhos, primos, amigos e vizinhos; e, a mesma saúde, segurança, e bem estar que quero para meus filhos, desejo para todas as famílias brasileiras e do mundo; por isso, não fui nem nunca serei leviano ao tratar este tema.
          Não sou dono da verdade nem pretendo ser; mas, é notório que o modelo em vigência não cumpriu o que dele se esperava. Pode ser também que o modelo de liberdade e consciência fracasse, porque não?
          O importante é que o problema seja tratado sem tanta paixão e sem as verdades absolutas; até porque, se soubéssemos absolutamente aquilo que faria diferença e que arrancasse esse câncer da nossa sociedade, ele já teria sido aplicado com sucesso em algum lugar.
          Acho que os cristãos, notadamente os evangélicos, têm bastante dificuldade de lidar com o conceito da liberdade; embora, aleguem que ela, ou o livre arbítrio como vocês dizem, tenha sido dada ao homem por Deus. Ora, se compete ao homem fazer suas escolhas porque dará conta delas no devido tempo; por que você aceitam que o estado subtraia esta prerrogativa humana?
          Se o homem consome drogas, o dano, a conseqüência e as seqüelas serão dele; mas, se decorrente do uso, ele comete crime, que responda e pague, na forma da lei, pelo delito.
          Você sabia que o Brasil é um dos países que fazem mais o uso abusivo dos defensivos agrícolas; e, que a imensa maioria deles são proibidos na America do Norte, Europa e outros países; por serem cancerígenos e promoverem o surgimento de hipertensão e diabetes e outras moléstias?
          Sabia que não há nível seguro para a sua aplicação; e, por isso, os trabalhadores rurais estão expostos ao envenenamento mesmo quando usando corretamente as EPI’s?
          Que a nossa população esta sendo envenenada dia após dia com o que come, e que nosso lençol freático esta sendo destruído pelos metais pesados contidos nas fórmulas destes defensivos?
          Você não acha um tremendo contra senso cuidar de proibir o uso de uma ou mais substâncias, que na maioria das vezes, faz mal somente ao usuário – falo isto no sentido de saúde corporal e psicológica; se bem que os amigos e a família sofrem juntos – e ficar em silêncio sobre o ensinamento de toda a população brasileira?
          O problema, a meu ver, é que uma cruzada pelo fim do uso de substancias proibidas em outros países; além de não dar IBOPE a certos pastores, ainda poderia criar problemas para eles com os tubarões do agronegócio; e, que matar lentamente e em silêncio não parece tão pecaminoso e infame aos olhos de Deus quanto fumar um baseado.

        • elder lima

          Ora não faça rir, sr Varanellas! O estado sequer consegue fazer um controle adequado para a venda de cigarros, que infelismente ainda é permitido, quanto mais a venda de drogas pesadas como cocaína, heroína, crack e etc. Lhe aconselho a parar de ler “alice no país das maravilhas”, e atentar mais a realidade a sua volta.
          A legalização das drogas, ainda que seje apenas a maconha considerada leve, envolve muito mais que apenas um debate, mas toda uma reforma no sistema de saúde e de segurança pública do país. E por favor não me venha citar o exemplo de capitais européias como amsterdã, que mesmo tolerando o uso da maconha e do haxixe que são usados em lugares pre-determinados pelo governo que mantem um rígido controle, enfrentam ainda sérios problemas com o tráfico de drogas mais pesadas.

          Agora responda-me, se você entregasse a chave de uma destilaria a um alcólatra, e dissesse a ele, beba apenas uma dose por dia. Você acha mesmo que ele faria isso? Provavelmente as chances dele morrer de um coma alcoólico no mesmo dia seriam gigantes. Faça o mesmo com a cocaína, crack e etc, e terá o mesmo resultado.
          Levemos agora as coisas pelo lado racional, você acha mesmo que o estado daria o apoio necessário para os dependentes químicos no tratamento da abstinência? Iria promover uma campanha educativa em larga escala sobre o uso de entorpecentes, e liberar sua comercialização sem que o sistema de saúde esteja preparado para absorver o impacto que com certeza seria devastador? Iria investir em clínicas modernas com profissionais capacitados para tratar do problema? O nosso “competente”,”honesto”, e “respeitado” governo daria isso a nossa população? Defendo sim uma campanha de elucidação, e educação sobre o uso de drogas em todos os seus níveis, mas juntamente com a educação o combate julgo primordial.
          É notório e de conhecimento geral que muitos poderosos se beneficiam com o dinheiro do tráfico, principalmente certos políticos. Então de certa forma isso explica a morosidade com que se coíbe a ação dos traficantes no país.
          Já entrando na questão religiosa, o sr citou o conceito de liberdade e o livre arbítrio dado por Deus. Simplismente não consigo por mais que tente, entender que conceito é esse de liberdade a qual o sr se refere. A “liberdade” de estar preso a um vício? A “liberdade” de não poder dizer NÃO? Com certeza Deus nos deu o direito de fazermos nossas escolhas independente se elas estão ou não de acordo com sua vontade, o que não significa que não estariamos sujeitos as leis dos homens. As drogas sr Varanellas, resultam na deteriorização da família, e não apenas do usuário por si só.

        • Varanellas

          elder lima,
          Que patuscada, hein…rs!!!
          Por acaso o estado consegue controlar o tráfico, inibir o uso abuso de drogas ilícitas, reduzir os danos dos usuários e impedir o aumento do número de usuários?
          Por acaso a proibição do uso de drogas tem sido eficaz para tratar o assunto das drogas no mundo?
          Mas, como a grande maioria dos crentes, o senhor é um conservador empedernido; ora, então que fique tudo como esta…rs; afinal, para que mexer em time que esta…perdendo…rs!!!
          Eu não tenho que achar nada; minha função como cidadão é participar ativamente e cobrar os governantes.
          Quanto à questão do chamado livre arbítrio, a verdade é que ou o homem é livre para fazer suas escolhas ou não é; não há meio termo.
          Você deve conhecer a parábola do filho pródigo. Pois bem, o pai por ser experiente poderia negar ao filho o direito de conhecer a vida e exigir – sob a autoridade paterna – que ele continuasse consigo trabalhando da mesma maneira que o seu irmão, e encerrar a conversa.
          Mas, dar liberdade de escolha é uma tarefa difícil; a maioria de nós acha que sabe o que é melhor para os outros e tem dificuldades para aceitar que depois de adulto cabe a cada indivíduo decidir o que é melhor para si, e colher os frutos das suas escolhas.
          Alias, retornando àquela parábola, o filho mais novo saiu curtiu a vida e sofreu as dores da sua decisão e retornou para o seio da família; por mais incrível que pareça, melhorado. A vida havia lhe ensinado duras lições e seus erros seriam as balizas para saber fazer novas escolhas. Por outro lado, o filho obediente e inexperiente da vida, havia se tornado duro e sem sentimento; pois, não se comoveu com a volta do irmão, que alias provavelmente já nem amava mais, visto que se referia à ele como o filho do seu pai.
          Da minha parte, dou este assunto por encerrado, até porque não quero te convencer de nada; muito menos de que as minhas opiniões são melhores que a de quem quer que seja.
          Mas, sobre duas coisas continuo firme e convicto: o ser humano precisa de menos tutela e de mais responsabilidade; e o estado tem de funções mais nobre a executar do que dizer qual a substancia o homem pode ou não consumir.

        • elder lima

          O debate apesar de esclarecedor, foi pouco aproveitável. Mas não sou o fanático religioso que o sr imagina, apenas temos uma visão diferente do mundo.

  • Georges

    Tendo em vista as besteiras que esse telepastor anda dizendo, acho que ele fuma sim. Ele é muuuuito doooooooooido, véio…..

  • EDAZ

    SÓ SE FOR PASTOR DO CAPETA INFELIZMENTE VI MUITOS AMIGOS MEUS MORREREM POR CAUSA DA MALDITA DROGA PRIMEIRO VEM A MACONHA,DEPOIS A COCAINA,O CRACK E POR AI VAI.

  • Varanellas

    Esse pastor é o cara…rs!!!
    Sem brincadeira; não houve nem nunca haverá benefício algum em se manter a maconha e todas as outras drogas ainda ilícitas proibidas.
    Afinal, se Deus deu livre arbítrio porque o estado tem de dizer quais as substâncias que o cidadão pode ou não consumir?
    Os países gastam bilhões de dólares no combate ao tráfico e o uso de drogas; e, os resultados são pífios. Pra dizer a verdade, uma boa parte do dinheiro vai para a corrupção de policiais desonestos.
    A proibição, além de ineficaz, ainda coloca o usuário em contato com o crime organizado, que detêm o monopólio da distribuição.
    A liberação mudaria o foco do embate contra este problema. Em primeiro lugar, poderia haver controle da venda e de locais para consumo; depois, o dinheiro usado no combate ao tráfico poderia e deveria ser usado em campanhas de conscientização, tratamento e suporte psicológico para o drogadito que quisesse se libertar da dependência química.
    Proibir, ao invés de evitar, ainda cria uma aura de libertação, contestação e outras bobagens que ainda permeiam o universo da droga, dando ares românticos e libertadores aos que fazem uso dela.
    Esta na hora de deixar de ser hipócrita, cuidar da educação dos jovens, ensinar o caminho reto, explicar claramente as conseqüências das boas e das más escolhas, e deixar o individuo fazer sua escolha. Se ele errar e quiser se libertar, o estado, sem o dispêndio do combate ao tráfico, e tratando a questão como um problema de saúde pública, poderia ser mais eficiente ao amparar e tratar o cidadão que usa o entorpecente.

  • Eduardo Moraes de Mattos

    Fácil entender porque esse… INFELIZ defende a legalização da maconha: é mais um caso de “falso pastor” que é MUITO USADO pela capetada (mente descaredamente e enganando a muitos – que “pensam” se tratar de um pastor digno de respeito). Se alguém ainda tem dúvidas, confiram em Atos 13:10. Indo além, queiram dar uma olhadiha em João 8:44 (confirmem quem é o pai desse INFELIZ).

    Eduardo Moraes de Mattos – Coordenador do MOVIMENTO Escola Bíblica Diferente – www.escolabiblicadominical.net – A DIFERENÇA do IR ALÉM, sem conversa fiada

  • Luz

    Meus parabens, Satan… A sua alegria, vai acabar, em breve!