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Polêmico musical “Jesus Cristo Superstar” ganha versão brasileira

A peça estreia em março de 2014 tento Igor Rickli, Negra Li e Alírio Netto como principais personagens

por Leiliane Roberta Lopes


O polêmico musical “Jesus Cristo Superstar” vai ganhar nova versão brasileira com uma pegada mais rock n’roll. A primeira estreia da peça aconteceu em 1971 na Broadway, nos Estados Unidos, gerando revolta entre os cristãos.

A peça gera polêmica por mostrar que Maria Madalena sente atração por Jesus dando mais destaque a ela do que Maria, mãe de Jesus. Outro ponto controverso é que Judas Iscariotes não aceita a divindade de Jesus.

No Brasil o musical será dirigido por Jorge Takla que sabe que poderá enfrentar a rejeição do público assim como aconteceu em outros países. “Esses tabus não envelheceram e talvez possamos enfrentá-los novamente”, disse ele ao Estadão.

O elenco será formado por 29 atores, os principais personagens serão interpretados por Igor Rickli, como Jesus, Negra Li vivendo na pele de Maria Madalena; Alírio Netto como Judas; Fred Silveira, como Pilatos e Wellington Nogueira interpretará Herodes.

Rickli disse ao Estadão que para ela Jesus representa um revolucionário. “Ele se via mais como homem que como deus, o que o torna mais próximo de todos nós. E, por ser carismático, ainda hoje convence multidões com sua mensagem de amor.”

Negra Li também comentou sobre sua personagem dizendo que Maria Madalena sofreu grande preconceito da sociedade e que ainda sofria pela paixão platônica que tinha por Jesus.

A peça estreia em 14 de março usando as canções criadas por Tim Rice (letras) e Andrew Lloyd Webber (melodia), que escolheram o rock n’ roll como ritmo do musical, o que será um grande desafio para todos os atores envolvidos.

Polêmica na Rússia

Além da população americana, os russos também não aceitaram a peça que é considerada um clássico internacional. Em setembro de 2012 um grupo de cristãos ortodoxos conseguiu cancelar a apresentação usando a lei russa que protege os direitos dos religiosos. Com informações Estadão.


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