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19 / dezembro / 2011 - 16:00
Sargento evangélico é condenado por intolerância religiosa
Ele teria apontado uma arma para a cabeça de um soldado praticante do candomblé para testar se ele tinha mesmo o “corpo fechado”
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O Superior Tribunal Militar (STM) condenou o terceiro-sargento José Ricardo Mitidieri a dois meses de prisão por ter constrangido um soldado. O sargento é pastor evangélico e teria apontado uma arma para a cabeça de Dhiego Cardoso Fernandes dos Santos que é praticante do candomblé.
O Ministério Público Militar (MPM) denunciou o caso que aconteceu no Exército do Rio de Janeiro em abril de 2010 alegando intolerância religiosa, pois pastor da igreja evangélica Comunidade Cristã Ministério da Salvação tentou “testar” a convicção religiosa do subordinado.
Os relatos do processos contam que após ouvir outros militares comentando que o soldado Cardoso dizia que tinha o “corpo fechado” (isto é, protegido de qualquer mal), o sargento Mitidieri se dirigiu até o subordinado com uma pistola 9 milímetros em punho e apontou para a cabeça do soldado.
Os relatos da MPM dizem que por duas vezes o evangélico questionou se o soldado realmente tinha o corpo fechado e todas as respostas foram afirmativas. Então o sargento pediu para que o soldado contasse até três, mas antes de terminar a contagem o Mitidieri abaixou a arma e disse: “Não é para você brincar com coisa séria. Você tem que aceitar Jesus!”
O sargento disse em depoimento que chegou a pedir desculpas e que não tinha a intenção de humilhar o soldado, “mas defendê-lo de brincadeiras posteriores”, além disso a arma apontada não estava com munição letal.
Mas para o Ministério Público o soldado Cardoso foi submetido “a um verdadeiro teste de fé religiosa” e “apostou sua vida ao responder afirmativamente à pergunta que lhe foi feita pelo réu, sendo certo que não há previsão legal no sentido de que alguém seja obrigado a testar ou provar sua fé religiosa, independentemente da crença que possui ou da doutrina que segue. Ao contrário, a Carta Magna assegura a inviolabilidade da liberdade de consciência e crença”.
O ministro do STM, Francisco Fernandes, relator do processo, também acredita que a atitude do pastor constrangeu o subordinado e se caracteriza como intolerância religiosa. Até o Centro de Comunicação Social do Exército condenou, através de uma nota, a atitude do cristão e disse que não aceita nenhuma forma de intolerância dentro de seus quartéis. O réu pode recorrer ao processo em liberdade.
Com informações Extra













68 comentários <- comentários antigos
irmão! não pare de evangelizar, continue pregando o evangelho de Jesus Cristo faça como Pedro lá em atos dos apostolos 4;20 “Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” significa que não devemos se calar, mas falar do amor de Jesus e sejamos fiéis até à morte que Deus lhe a coroa da vida.
Responderaqui no estado do rio os casos de intolerância religiosa de evangelicos contra umbadistas e de candomblé tem aumentado muito, centros invadidos, imagens quebradas….este caso é apenas mais um….há pouco prefeita de são gonçalo(EVANGELICA)
Respondernão pestanejou na hora de derrubar um centro…que tinha valor historico para os que professam esta fé…
olha que a maioria dos evangelicos aqui no estado do rio, são ex espiritas ou filhos de….tá faltando sensibilidade humana..
IMAGINA VCS SÃO 22% DA POPULAÇAÕ JÁ FAZEM ISTO, IMAGINA SE FOREM MAIORIA..
Irmãos. Usem este site para promoverem a edificação da alma e do espírito. Jesus é a vida, é a paz, é o salvador daqueles que desejam. Em uma vitrine há muitas mercadorias belas, mas compramos o que agrada o nosso coração e o bolso. Assim cada um saiba adquirir o que bem deseja, pois a salvação é pela graça de Deus, sendo a morte de Jesus o preço da nossa salvação. Lembre_se: quem não crer nele já está condenado. Marcos 16:15,
ResponderOs pastores deveriam se envergonhar do que estão criando. Esses monstros… Pessoas medíocres pobres de espírito que acham que religião é algo que se obriga o outro a ter. Este sargento é um monstro da idade média.. O cristianismo é uma religião falsa e ridícula, que cria pessoas tristes e medíocres.
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