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10 mortos em ataque à escola cristã no Sudão do Sul

Quatro das vítimas eram crianças


O instituição de ensino cristã Emmanuel Christian College (ECC) em Goli, no Sudão do Sul foi atacado por extremistas na segunda-feira, denuncia a missão Portas Abertas. Entre os mortos estavam cinco crianças, três guardas e um pai e filho que haviam procurado refúgio no local. A filha de 14 anos de idade de uma funcionária foi estuprada pelos agressores.

Os escritórios, salas de aula e acomodações da Emmanuel foram vandalizados e saqueados. Embora as informações sejam escassas, as testemunhas dão conta que soldados da guerrilha conhecida como Exército de Libertação do Povo do Sudão foram responsáveis pelo ataque.

A ECC é mantida pela Portas Abertas em parceria com a Igreja Presbiteriana do Sudão.  Ela era usada como local de treinamento para lideranças e oferecia ensino cristão para crianças.

“É realmente um dia triste quando pessoas inocentes, incluindo crianças, são atacadas em uma instituição espiritual de renome internacionalmente por pregar o evangelho em um cenário etnicamente diverso”, disse JP Pretorius, diretor regional da Portas Abertas na África Subsaariana.

Ele acrescentou: “Convocamos a comunidade cristã internacional a unir-se em oração pelo pessoal da ECC e pela igreja no Sudão do Sul”.

A guerra civil no Sudão do Sul, que já dura 5 anos, causou o deslocamento de cerca de 4,3 milhões de pessoas, quase um terço da população do país, enquanto 7 milhões necessitam de assistência humanitária urgente.

Desde 2013, existem vários grupos lutando pelo poder. Os combatentes do Exército de Libertação do Povo aplicam uma “política de terra queimada”, cometendo assassinatos e estupros nos locais que tentam controlar. Com informações de Open Doors




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