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16 mil cristãos foram mortos por jihadistas na Nigéria nos últimos anos

Relatório foi enviado para a ONU, que não se manifestou sobre o caso


Cristãos mortos na Nigéria
Cristãos mortos na Nigéria.

A Sociedade Internacional para as Liberdades Civis, uma organização norte-americana que monitora os direitos humanos, divulgou um relatório dando conta que pelo menos 16 mil cristãos morreram na Nigéria desde junho de 2015. Eles foram vítimas da violência promovidas por muçulmanos radicais, ligados a grupos terroristas como Boko Haram e Estado Islâmico.

Tanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump quando seu homólogo, Muhammadu Buhari, da Nigéria, receberam uma cópia do estudo, juntamente com um pedido para protegerem os milhões de cristãos ameaçados na Nigéria.

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Em uma carta aberta chamada “Cristãos numa encruzilhada na Nigéria”, está disponível online e mostra como vem crescendo os ataques motivados apenas pela questão religiosa, como os da etnia fulani, que fez 3.750 vítimas. Suas características demonstram que não se trata de conflitos étnicos.

A organização enviou ainda uma cópia do seu relatório para o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Gutteres, lembrando que os 30 milhões de cristãos que vivem no norte da Nigéria sofrem, há décadas, discriminação e ataques violentos nas mãos de grupos terroristas radicais em um movimento que só aumenta. Até o momento, a ONU não se manifestou oficialmente sobre o caso.

O presidente Buhari prometeu combater Boko Haram quando foi eleito, mas as atividades terroristas no país não cessaram.

“Entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018, cerca de 350 pessoas, quase todos cristãos foram mortos por ataques de soldados Fulani e do Boko Haram nos Estados de Adamawa, Taraba, Borno, Benue e Kaduna”, disse o relatório.

O estudo apontou que, apesar das promessas de Buhari, os ataques contra os cristãos aumentaram 62 por cento desde junho de 2015, quando ele assumiu a presidência.

A Associação Cristã de Nigerianos também vem criticando a Buhari, que é muçulmano, alertando que os funcionários do governo se recusam a prestar o apoio necessário para proteger as comunidades cristãs. Com informações Christian Post



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