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50 anos da morte de Martin Luther King: pastores se unem para marcha histórica

Caminhada lembra o ativismo do pastor na década de 1960


Martin Luther King
Martin Luther King

Hoje haverá uma das maiores reuniões de líderes religiosos dos EUA desde 1963, na capital, Washington. A marcha lembra os 50 anos do assassinato de Martin Luther King Jr., pastor e ativista de direitos civis.

A manifestação, que pede o fim do racismo, é organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas (NCC), o maior órgão inter-religioso da América, contando com mais de 45 milhões de membros.

“Vivemos há muito tempo sob o flagelo do racismo em nossa sociedade. Para iniciar o processo de cura da nação, nós, como cristãos, devemos nos unir e nos responsabilizarmos por nossas culpas e nos comprometermos em corrigir os erros”, disse o presidente da NCC, Jim Winkler.

O dia começou com uma reunião de oração no memorial de Martin Luther King Jr. em Washington, ponto de partida da caminhada que lembra o ativismo do pastor na década de 1960. A expectativa é atrair um milhão de participantes.

Segundo os organizadores o objetivo do evento é despertar as pessoas para a necessidade de confrontar as injustiças, incluindo o racismo, visando transformar – pela oração e por campanhas de conscientização – “os corações, mentes e comportamentos das pessoas e estruturas que moldam a sociedade”.

“As igrejas cristãs, presentes em todas as cidades e comunidades de todo o país, são parte do problema e da solução”, disse a pastora Sharon Watkins, diretora do departamento de verdade e justiça racial da NCC. “Estamos comprometidos em lidar com o mal sistêmico que muitos cristãos e igrejas ainda não reconheceram completamente.”

A marcha de hoje é apenas um dos vários outros eventos nos EUA para homenagear o pastor Martin Luther King, que foi assassinado por causa de sua luta pelos direitos civis em 1968. Com informações Christian Today

 




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