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Arqueologia bíblica colabora para o entendimento da história humana

Cerca de 400 congressistas se reúnem para conhecer as descobertas arqueológicas mais atuais


Imagem aérea de Qeiyafa
Imagem aérea de Qeiyafa. (Foto: Hebrew University of Jerusalem)

Adolfo Roitmam, o curador dos Manuscritos do mar Morto, realizou a conferência de abertura da segunda edição do Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica, que ocorre esta semana em São Paulo. Durante sua palestra, ele falou sobre a contribuição da ciência para o melhor entendimento da história através da Bíblia.

“O foco do congresso é trazer o conhecimento histórico Bíblico para todas as pessoas conhecerem um pouco mais sobre momentos da história da humanidade”, enfatizou.

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O encontro apresenta “evidências da existência de seres humanos em momentos históricos”. Ele explicou que várias dessas evidências estão sendo construídas com base nos Manuscritos do Mar Morto, encontrados na região de Qumran, durante a década de 1950.

Cerca de 400 congressistas de várias partes do Brasil e América do Sul participam do evento que acontece no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). Para o reitor do Unasp, Martin Kuhn, o congresso é relevante para promover a divulgação do conhecimento.

“Quando o evento tem uma característica como essa de divulgar a ciência que traz confirmação do texto sagrado, ganha-se uma importância ainda maior, já que somos uma instituição cristã”, explica.

Preletores do 2º Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica

Para o coordenador do encontro, Ariel Horovitz, o Brasil ganha com a apresentação destas pesquisas. “A missão é levar a ciência bíblica para todas as pessoas. E uma forma de trazer o conhecimento para o Brasil é realizando congressos”, afirma.

Segundo ele, o evento possibilita que mais pessoas conheçam detalhes e informações de descobertas realizadas e divulgadas em Israel, já que nem todos podem ter o privilégio de viajar para o país.



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