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Austrália estuda reconhecer Jerusalém como capital de Israel e mudar embaixada

Evangélico, primeiro-ministro Scott Morrison quer mudanças na relação com a Terra Santa


Scott Morrison
Scott Morrison. (Foto: Reprodução / Facebook)

O novo primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, é um evangélico membro da Hillsong que vem sofrendo forte oposição por suas opiniões conservadoras. Ele declarou à imprensa que pretende reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, alinhando-se com o governo de Donald Trump.

Outra probabilidade é a revisão do apoio australiano ao acordo nuclear com o Irã. Nas próximas votações na ONU também deverá haver mudanças na política externa do seu país, que deve parar de apoiar as pautas pró-Palestina.

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Caso se confirme nos próximos meses, o anúncio do reconhecimento de Jerusalém pela Austrália deve ter grande repercussão pelo mundo, uma vez que os outros países que também seguiram aos EUA nessa questão têm pouca expressão (Guatemala e Honduras).

Morrison explica que Dave Sharma, um ex-embaixador australiano em Israel, teve uma influência significativa em sua posição sobre Jerusalém. O premiê acredita que as revisões da política externa da Austrália “indicam uma mudança em nosso pensamento como um governo”.

Em artigos publicados nos jornais de grande circulação, Sharma vem argumentando que reconhecer Jerusalém poderia “ajudar a romper o longo impasse” e colaborar para a paz na Terra Santa. Embora acredita que Jerusalém Ocidental seria provavelmente a capital de um futuro estado da Palestina, logo mudar a embaixada para a porção Ocidental de Jerusalém não interferiria nisso.

Após receber os primeiros questionamentos sobre sua motivação para mudar uma posição histórica da Austrália na ONU, afirmou que pretende “discutir isso mais com os colegas do gabinete nos próximos meses”. Com informações ABC



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