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Benjamin Netanyahu pede orações pelos cristãos perseguidos

Israel é o único país do Oriente Médio onde há liberdade religiosa.


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, defendeu os cristãos que são presos no Irã simplesmente por crerem em Jesus. Acusando o regime dos aiatolás de hipocrisia, o líder israelense destacou um tuíte recente de Javad Zarif, ministro das Relações Exteriores do Irã, que enviou uma mensagem de Natal alguns dias atrás.

O texto incluía uma passagem do Alcorão que menciona Jesus e terminava dizendo: “Um Natal muito feliz e pacífico para todos. Que a mensagem universal de paz pregada por Cristo seja abraçada no próximo ano”.

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Netanyahu demonstrou coragem que a maioria dos líderes mundiais não possui e denunciou a perseguição aos cristãos naquele país. “Eu me pergunto o que os cristãos presos este mês no Irã pensariam sobre esse tuíte”, questionou. Depois, lembrou o que o uso das redes sociais como Facebook e o Twitter é restrito.

Na República Islâmica do Irã, a conversão ao cristianismo é proibida. As igrejas domésticas são ilegais e seguidamente os oficiais de segurança prendem os cristãos. Bíblias e literatura cristã também são proibidas.

“Imagine estar orando em sua casa, cercado pela sua família quando, de repente, homens armados entram e te levam para a cadeia. Eles o torturam simplesmente por você estar praticando a sua fé cristã. Bem-vindo ao Irã”, disparou o premiê.

Netanyahu classificou a atitude do líder iraniano em desejar ‘Feliz Natal’ enquanto seu país prende os cristãos de “o cúmulo da hipocrisia”. Solidarizou-se com os seis cristãos que foram presos às vésperas do Natal. Atitude de Zarif provavelmente era uma tentativa de mostrar uma face mais tolerante do Irã, embora no islamismo seja proibido desejar “Feliz Natal”, pois é considerado paganismo. 

Apesar da perseguição, a igreja no Irã continua crescendo. Em todo o Oriente Médio, há registros que milhares de muçulmanos estão abandonando o Islã para seguir Jesus Cristo. Muitos deles através de experiências sobrenaturais, já que a pregação é proibida.

O primeiro-ministro chamou os cristãos iranianos de “irmãos” e pediu orações pelas pessoas presas por sua fé, garantindo que “o mundo” estava com eles.

Não é a primeira vez que Netanyahu chamou a atenção para a situação dos cristãos perseguidos. Israel é o único país do Oriente Médio onde há liberdade religiosa.

Durante uma conferência de jornalistas cristãos, realizada em Israel em outubro, destacou o sofrimento da igreja naquela nação islâmica. “Falem com os líderes cristãos corajosos presos por praticarem sua fé. Sente-se com as famílias daqueles que foram presos por anos simplesmente por terem se convertido ao cristianismo… Veja as mentiras do presidente Hassan Rouhani, que prometeu em 2013 que todas as religiões teriam ‘tratamento justo’ no Irã, mas os cristãos continuam vivendo um terror constante”, disse ele.

“Alguns líderes mundiais ignoraram essa repressão e buscam apaziguar o Irã, mas eu não sou um deles”, continuou Netanyahu. “Acredito que a maneira como um país trata as minorias religiosas é um bom indicador de como tratará seus cidadãos e seus vizinhos”.

Ao longo de seu governo, o primeiro-ministro por diversas vezes mostrou que, embora continue sendo judeu, procura uma aproximação com os cristãos. Em várias ocasiões já reconheceu que os “cristãos são os melhores amigos de Israel”. Com informações de CBN

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