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Bolsonaro deve cortar relações do Brasil com Cuba e Venezuela

Presidente eleito diz que militares são “o último obstáculo” para a implantação do socialismo


Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro. (Foto: Bloomberg/Colaborador/Getty Images)

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) concedeu uma entrevista para o jornal Correio Brasiliense onde afirmou não ver razão para manter relações diplomáticas com Cuba. Ele entende que o país caribenho desrespeita direitos humanos e questiona que tipo de “negócio” os países poderiam fazer.

“Qual o negócio que podemos fazer com Cuba? Vamos falar de direitos humanos? Pega uma senhora que está aí de branco, que veio no programa Mais Médicos… Quem vem para cá de outros países ganha salário integral. Os cubanos ganham aproximadamente 25% do salário. O resto vai para alimentar a ditadura cubana?”, questiona.

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O capitão reformado acredita que os acordos feitos pela ex-presidente Dilma Rousseff em relação ao “Mais Médicos” são questionáveis, pois o governo brasileiro acaba enviando milhões de dólares para a ilha comunista, uma vez que os médicos ficam com apenas 25% do salário.

Notório inimigo do ideal comunista, Bolsonaro também sinaliza que também pode romper de vez com a Venezuela, fechando de vez a embaixada brasileira em Caracas. “Queremos reciprocidade. Embaixada da Venezuela: o embaixador já veio para cá, a embaixada já foi desativada, não temos mais contato”, afirma o peselista.

Abordando as mudanças propostas em seu futuro governo, Bolsonaro fala dos constantes ataques que os militares têm recebido no Brasil desde o governo de Fernando Henrique Cardoso.

“O objetivo de bater nos militares é que, na verdade, nós somos o último obstáculo para o socialismo. Então, é na intenção ideológica o que vinha sendo feito”, destaca.

Ele deixa claro o sentimento de que travará uma luta ideológica nos próximos quatro anos. “Não posso errar, senão o PT volta”, resume.



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