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Aprovação do casamento gay na Irlanda foi falha da igreja, diz arcebispo

O arcebispo de Dublin afirma que é preciso fazer com que os próprios fiéis aprendam a mensagem da igreja sobre o tema


No sábado (23) a Irlanda se tornou o primeiro país do mundo a aprovar o casamento gay através de um referendo. A população foi às urnas e decidiu que sim, que são favoráveis a essa união.

Mas a Igreja Católica do país não está satisfeita com a decisão e se posicionou contra, não agredindo quem é a favor, mas sim se comprometendo a fazer com que os fiéis passem a entender a mensagem da igreja.

“Temos que ver por que os ensinamentos da Igreja sobre o matrimônio e a família não estão chegando nem aos seus próprios fiéis”, disse o arcebispo Diarmuid Martin da catedral de Santa Maria de Dublin.

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Ele afirma que é preciso “encontrar uma nova linguagem” para falar sobre o tema com as pessoas, já que a maioria dos irlandeses são católicos e o referendo que autorizou a união civil entre pessoas do mesmo sexo teve 62% de votos positivos e 38% de votos contrários.

Isso significa que os próprios fiéis católicos votaram pelo sim e fugiram do que ensina as igrejas cristãs que defendem a união apenas entre homem e mulher. Com o resultado, é possível comprovar que a influência da igreja sobre a vida das pessoas está cada vez menor.

Até 1993 ser gay na Irlanda era crime, e a partir do referendo se tornou possível ter a união civil reconhecida. Com isso o país se torna o 19º do mundo a legalizar a união homossexual. Com informações Terra



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