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China fechou 100 igrejas nas últimas semanas

Pastores foram presos, enquanto a repressão ao cristianismo continua


Igrejas na China
Igrejas na China

Nas últimas semanas, cerca de 100 igrejas domésticas foram fechadas pelo governo da China na província de Henan, denuncia a missão China Aid. A alegação é que são lugares de culto “ilegais”, mas as igrejas registradas pelo Estado estão sendo forçadas a remover as cruzes do alto dos templos se quiserem continuar abertas.

Essa nova onda de perseguição começou em fevereiro e não dá sinais que terminará tão cedo.  Segundo alguns líderes cristãos, o objetivo é a “eliminação do cristianismo”.

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Na província de Ningling, as autoridades permitem que apenas cinco pessoas se reúnam sem permissão oficial e estão colocando guardas nos portões da igreja para limitar a entrada. Em várias delas murais com o nome Jesus foram arrancados, bem como decorações com temas cristãos e versículos. Já no condado de Luoning, a pregação e a coleta de ofertas foram proibidas.

A China Aid relata que o Partido Comunista está instigando a repressão de governos locais a todas as manifestações religiosas, não só contra os cristãos.

O presidente da missão, Bob Fu, calcula que o número de cristãos chineses presos por sua fé “atingiu o nível mais alto desde o fim da Revolução Cultural comunista, em 1976”.

“No ano passado, 1.265 igrejas foram atingidas pelas medidas do governo, com o número de perseguidos chegando a 223.000, e isso é apenas a ponta do iceberg”, disse Fu, avaliando que de 2016 para 2017 esses números quintuplicaram. Ele explica que sua organização documentou 3.700 casos de cristãos presos nos últimos 12 meses.




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