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Congresso de obstetras no Rio ensina técnicas de aborto

Evento teve apoio do Governo Federal e presença do ministro da Saúde


FIGO 2018
FIGO 2018. (Foto: Divulgação)

O XXII Congresso Mundial de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO 2018) está acontecendo esta semana no Rio de Janeiro. Com apoio financeiro do Governo Federal, o evento contou com a presença do ministro da Saúde, Gilberto Occhi, na abertura.

Trata-se de um dos maiores congressos do mundo na área, com a participação de cerca de 11 mil médicos obstetras, ginecologistas e outros profissionais da saúde. A apoiadora brasileira da FIGO é a Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), entidade sabidamente pró-aborto.

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Na programação deste ano, o fórum conta com 48 painéis sobre interrupção da gravidez, logo no primeiro dia (14), foi oferecido o curso “A Tecnologia do Aborto”, que abortou diversas técnicas abortistas tanto no primeiro quanto no segundo trimestre de gestação, embora seja proibido pela lei brasileira.

A revista Estudos Nacionais apresentou um relatório detalhado sobre o Congresso, apontando que o curso é “viabilizado em parceria com a National Abortion Federation, em colaboração com ONGs, fundações e clínicas de abortos, como a Gynuity Health Projects (GHP), Fundación Oriéntame, British Pregnancy Advisory Service , Ipas, DKT, Marie Stopes Mexico, British Pregnancy Advisory Service e Global Doctors for Choice. Entre os professores no curso estão aborteiros profissionais, de clínica de abortos que movimentam bilhões anualmente”.

Uma das palestrantes da semana é Débora Diniz, uma das responsáveis pela ação no STF (ADPF 442) que tenta legalizar o aborto no Brasil pela via judicial.

Entre os temas debatidos no fórum está “por que a objeção de consciência (direito do médico de se recusar a matar o bebê com base em seus princípios morais) pode “atrapalhar” o desejo da mulher de abortar”. Também foram apresentadas “análises sobre a melhor substância para matar o bebê” e “guias para fazer abortos seguros”, passando pelo debate sobre “o longo caminho para a legalização do aborto”

O evento possui apoio do Governo Federal e da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), fundação vinculada ao Ministério da Educação.



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