Conservadores estão “demonizando” a arte, afirma Maitê Proença

Atriz não vê problemas em criança tocar em homem nu.


Maitê Proença
Maitê Proença

As recentes campanhas nas redes sociais contra exibições que usam do rótulo de arte para a apresentar pornografia a crianças têm recebido grande cobertura da mídia. Como tem se tornado comum no país, artistas e intelectuais acabam tentando mudar a narrativa e defender o que é condenado pela maioria da população.

A atriz Maitê Proença, que vive uma prostituta na segunda temporada da série “Me Chama de Bruna”, usou a coletiva de lançamento da série para a atacar os conservadores. Ela os acusa de estar “demonizando” obras de arte para afastar o foco de acontecimentos “verdadeiramente demoníacos, que é a falta de saúde, de educação, de qualidade para todos, a miséria e a roubalheira desenfreada”.

Ao falar sobre a performance “La Bête”, exibida no Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde o ator Wagner Schwartz foi apalpado por uma criança enquanto ele estava nu, Maitê reclamou: “Acho que tem muita falta de informação. Se você for ao cabeleireiro e perguntar para aquelas meninas que estão lá trabalhando se elas sabem porque surgiu toda essa polêmica, elas não sabem, elas acham que uma criança pegou no pinto de um homem e que era uma cena libidinosa”.

A atriz, sem citar nomes ou comprovação de suas acusações, diz que os responsáveis pelas críticas são grupos políticos que, “por meio de uma mentira, induziram a população a esta reação, para atender às suas próprias agendas”.

“Hoje em dia é muito fácil, com a internet, criar versões em cima da ignorância”, disparou. Com informações Folha de SP




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