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O cristão pode defender o aborto em alguma situação?

Teólogo aborda situações onde a lei brasileira permite a interrupção da gravidez


Augustus Nicodemus
Augustus Nicodemus. (Foto: Reprodução / Youtube)

O pastor presbiteriano Augustus Nicodemus participou de uma conferência com o tema “aborto”. A discussão teve o objetivo de avaliar se um cristão pode, em alguma situação, defender a interrupção da gravidez.

No Brasil, atualmente, o aborto só é permitido em casos de anencefalia, risco de morte para a mãe ou estupro. Essas condições, segundo um dos participantes, são muito delicadas e claras ao mesmo tempo.

“Quando esses casos existem (risco de morte), os cristãos não deveriam ter resistência”, disse Nicodemus. Se a continuação da gravidez coloca a vida da mãe em risco, não é errado aceitar o aborto, que seria “um mal menor”.

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Para o teólogo trata-se de uma decisão difícil de ser tomada e “até triste”. “Eu optaria pela vida da mãe”, ressaltou. “Mas, por muito menos, um médico recomenda o aborto”, lamentou.

Em casos de estupro, no entanto, o pastor não concorda que o aborto seja uma solução. “Qual a culpa da criança?”, questionou. Apresentou então outras alternativas: “Dá para adoção ou então ama a criança. Mesmo que tenha sido de uma relação indesejada, continua sendo um filho gerado dela”.

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