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Crivella é alvo de escolas de samba: “Judas”

Prefeito havia cortado verbas, privilegiando saúde e educação


Marcelo Crivella no Carnaval
Marcelo Crivella no Carnaval

O prefeito Marcelo Crivella foi alvo de protestos por parte de escolas de samba nos desfiles deste Carnaval. Apesar de a prefeitura do Rio de Janeiro ter liberado R$ 10,3 milhões para escolas de samba dos grupos de acesso, mirins e federação dos blocos, a imagem e o nome dele apareceram na Sapucaí de forma bastante crítica.

Na Mangueira, um dos carros alegóricos tinha o rosto do prefeito em um boneco de Judas, com a corda no pescoço. Outro carro exibia uma tatuagem na bunda de um boneco gigante, com o nome de Crivella dentro de um coração.

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O samba-enredo da escola era “Com dinheiro ou sem, eu brinco o carnaval”. Segundo foi anunciado na época, a Mangueira tomou essa decisão após Crivella ter anunciado que iria cortar a subvenção, para investir em saúde e educação.

O presidente da agremiação, o deputado Chiquinho da Mangueira (PODEMOS), afirmou que se “decepcionou” com o prefeito. Ele afirma que o político havia prometido dobrar o valor da subvenção.

“Ele simplesmente menosprezou o maior espetáculo. Ele cortou a metade da subvenção. Isso faz uma diferença brutal. Imagina só: o prefeito do maior espetáculo da Terra nem aparece aqui”, reclamou.

A associação do Crivella com a religião também foi atacada. O boneco de Crivella/Judas era acompanhado da mensagem “Prefeito, pecado é não brincar o Carnaval”. Uma ala da Mangueira trazia a imagem do Cristo Redentor coberto, com a frase “Olhai por nós… o prefeito não sabe o que faz”. Ironicamente, a alegoria foi batizada de “Somos a voz do povo”.

Durante o desfile, Parte da plateia se juntou ao protesto e gritou “Fora, Crivella”. Com informações de UOL



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