Deputados evangélicos intercedem a ministro por Marcos Pereira

O pastor está preso desde maio por conta de duas acusações de estupro.


Deputados evangélicos intercedem a ministro por Marcos Pereira

Na semana passada cerca de 17 deputados se reuniram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para intercederem pelo pastor Marcos Pereira que está preso em Bangu 2 desde maio por conta de duas acusações de estupro.

Entre os deputados que participaram da reunião estavam: Marco Feliciano, Pastor Eurico, Francisco Floriano, Adrian Mussi, João Campos, Alexandre Santos, Washington Reis, Jair Bolsonaro, Roberto Lucena, José Olimpio, Leonardo Quintão, Zequinha Marinho, Eduardo da Fonte, Costa Ferreira, Anthony Garotinho, Fernando Jordão, Arolde de Oliveira e Aureo Lídio Moreira Ribeiro.

Durante o encontro os parlamentares criticaram a polícia fluminense pela falta de isenção na investigação das denúncias e pediram que a polícia federal assuma o caso.

Apesar do pedido feito pelos deputados o ministro não aceitou interferir neste assunto, segundo informações do jornalista Lauro Jardim.

Além dos deputados federais, os deputados do Rio de Janeiro também já comentaram sobre a prisão durante uma sessão na Assembleia Legislativa dizendo até que havia uma armação da Globo na tentativa de desmoralizar o pastor evangélico.

As acusações de estupro foram feitas durante um processo de investigação aberto com denúncias de José Junior, coordenador do AfroReggae, que ligava Marcos Pereira com o crime organizado do Rio de Janeiro. Com apoio do ex-pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), Rogério Menezes, José Junior conseguiu levar o caso para a Justiça e encontrar testemunhas que aceitaram depor contra o líder religioso.

A polícia ainda está investigando as denúncias de que o pastor tem ligações com o crime organizado e os processos de julgamento sobre os casos de estupro já foram iniciados. Uma das vítimas chegou a retirar a queixa dizendo que não houve estupro, mas as autoridades irão manter o processo por suspeitar que a vítima foi coagida a desmentir as acusações.




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