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Erdogan convoca 57 países islâmicos para “debater sobre Jerusalém”

Turquia retira embaixadores dos EUA e de Israel e diz que Israel comete "genocídio"


O presidente turco Recep Tayyip Erdoğan está em Londres, de onde anunciou que está chamando de volta os embaixadores de seu país nos EUA e em Israel, inaugurando uma nova crise diplomática no Oriente Médio.

Ele acusa Israel de ser um “estado terrorista” e de praticar “genocídio” desde 1948. Citou os 58 mortos nas manifestações da “Marcha do Retorno”, que ocorre junto à fronteira com a Faixa de Gaza, como mais uma prova disso.

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Além de convocar o Parlamento de seu país para “debater Jerusalém” em uma sessão extraordinária, decretou luto oficial de três dias, embora nenhum cidadão turco tenha morrido nos embates.

Declarou também está convocando uma nova cúpula da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) para esta sexta-feira (18), onde devem comparecer representantes de seus 57 membros, O assunto novamente será a relação com Israel e o status de sua capital. No ano passado, a OCI exigiu que o mundo reconhecesse Jerusalém como a capital da Palestina. 

A Turquia fez ainda um pedido formal para que o assunto seja debatido no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Nos últimos dias, Erdogan atacou as decisões do presidente Donald Trump sobre Jerusalém e sobre o acordo nuclear com o Irã e previu uma nova guerra no Oriente Médio.

O objetivo de Ancara em chamar de volta os embaixadores seria para uma “consulta” sobre a repressão de Israel aos protestos palestinos. Não foi informado por quanto tempo eles ficarão fora das embaixadas, nem se há possibilidade de se retirarem em definitivo. Com informações de CNN e TRT 

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