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 Erdogan diz que não deixará Israel “roubar Jerusalém dos palestinos”

Líder turco diz que ONU "acabou" após não ter reagido fortemente após os conflitos na fronteira com a Faixa de Gaza


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou hoje (16) que não permitirá que Israel “roube Jerusalém dos palestinos”. Insistiu ainda que, e Israel “continuar livre para fazer o que quiser no Oriente Médio, o mundo se tornará um caos”.

Líder da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), o presidente turco convocou uma reunião dos seus 57 membros em Istambul nesta sexta-feira. No ano passado, a OCI exigiu que o mundo reconhecesse Jerusalém como a capital da Palestina.

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O discurso do líder turco, durante um jantar no primeiro dia do mês sagrado muçulmano do Ramadã, foi recheado de acusações. Um dos alvos foi a Organização das Nações Unidas (ONU), a quem ele considera “acabada”, tendo  sofrido “um colapso” nos últimos dias, por não reagir fortemente após os conflitos na fronteira com a Faixa de Gaza, onde militares israelenses mataram manifestantes palestinos. Mesmo que o Hamas tenha reconhecido que a maioria era membro do grupo terrorista, Erdogan demonstrou sua revolta com a situação.

Ancara decidiu convocar seus embaixadores em Washington e Tel Aviv para “consultas” e expulsou o embaixador de Israel na Turquia, que por sua vez solicitou a saída do cônsul-geral da Turquia em Jerusalém.

A animosidade de turcos e israelenses é antiga, mas desde que os Estados Unidos e outros países decidiram reconhecer oficialmente Jerusalém como capital do Estado israelense, e mudar suas embaixadas para lá, Erdogan vem provocando o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente Donald Trump. Com informações de Jerusalem Post

 




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