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Trump envia equipe à Nigéria em meio ao massacre de cristãos por radicais islâmicos

Departamento de Estado irá colher informações sobre denúncias de genocídio


Cidadãos nigerianos
Cidadãos nigerianos. (Foto: Reprodução / Youtube)

A mando do presidente Donald Trump, o Departamento de Estado dos EUA está indo para a Nigéria esta semana. O objetivo é colher informações sobre as centenas de cristãos sendo assassinadas por diferentes facções radicais islâmicas.

O número de denúncias aumentou este ano. O site oficial do governo americano afirma que a visita será parte de uma aproximação “para fortalecimento de laços comerciais e comerciais com vários países da África”.

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Em maio, quando recebeu na Casa Branca seu homônimo da Nigéria, Muhammadu Buhari, Trump falou sobre a perseguição aos cristãos: “Trabalhamos neste problema porque não podemos aceitar esta situação”, disse, referindo-se aos ataques de jihadistas contra igrejas.

Na mesma época, os EUA assinaram um acordo com o governo nigeriano para a venda de 12 caças que seriam destinados ao combate de militantes e pôr fim ao assassinato de cristãos e outros civis.

Conforme a International Christian Concern (ICC), ONG que monitora a perseguição religiosa, o Boko Haram acabou se “dissipando” na formação de outros grupos. Há dezenas de ataques sendo feito por membros da etnia fulani, que o governo nigeriano trata como “conflitos étnicos” e nada faz a respeito.

A ICC disse que o governo Trump tem “importantes decisões” a tomar em relação à sua estratégia com a Nigéria, que podem mandar uma forte mensagem a outros grupos radicais africanos.

Dados divulgados esta semana dão conta que extremistas islâmicos mataram 260 cristãos somente no mês passado. Casas foram queimadas e, em algumas aldeias, as igrejas transformadas em mesquitas.



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