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Evangélicos pedem educação sem “ideologia esquerdista” em novo governo

"Escola sem Partido" já era defendido por Bolsonaro enquanto deputado


ENEM - Beijo de avó lésbica
ENEM – Beijo de avó lésbica. (Foto: Reprodução / Facebook)

Prestes a ser votado na Câmara dos Deputados, o projeto de lei da “Escola Sem Partido”  — que visa coibir a doutrinação ideológica — tornou-se um dos principais focos da base aliada do  presidente eleito Jair Bolsonaro no Congresso.

Lideranças evangélicas que o apoiaram na eleição acreditam ser fundamental a nomeação de um futuro ministro da Educação disposto a romper com a linha ideológica que se instalou na pasta durante os governos do PT.

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Michel Temer não conseguiu mudar muita coisa e a prova do Enem este ano voltou a trazer a pauta para o centro do debate público.

O pastor Silas Malafaia tem defendido junto ao futuro presidente que o próximo titular da pasta tenha como uma de suas prioridades “varrer da educação brasileira a ideologia esquerdista”. O Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo tem dito que Bolsonaro se comprometeu a indicar um nome com este perfil.



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