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“Existe perseguição contra evangélicos no Brasil”, afirma Feliciano

Deputado pede que Daniela Mercury e Rede Globo respeitem a fé cristã


Marco Feliciano
Marco Feliciano discursa no Congresso (Foto: Reprodução)

O deputado federal Marco Feliciano (Pode/SP) publicou um vídeo nesta terça-feira (31) comentando algumas polêmicas que circulam nas redes sociais nos últimos dias.

“Quando eu denuncio perseguição e preconceito religioso no Brasil contra nós, os cristãos evangélicos, sou tachado de fundamentalista e intolerante simplesmente por defender os nossos princípios como a vida e a família tradicional”, afirma ele logo no início da gravação.

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Reproduzido um trecho da apresentação da cantora Daniela Mercury, que durante o 28º Festival de Inverno de Garanhuns (Pernambuco), financiado com dinheiro público, fez uma série de declarações de cunho religioso.

Além de invocar os espíritos, ela afirmou que “ninguém vive sem demônios”. Também fez críticas à censura da peça que retratava Jesus como um transexual.

Em seguida, Feliciano lembrou que, no mesmo evento, “um pseudoartista referiu-se a Jesus com o maior desrespeito e palavras de baixo calão, chamando-o de bicha, travesti e transexual”.

Por fim, o vídeo de Feliciano reproduziu um trecho da entrevista da atriz Juliana Paes num programa da Rede Globo, onde ela conta que foi criada num centro de umbanda e que se comunica com as entidades.

“Eu respeito a fé da atriz”, destacou o deputado, indagando em seguida: “Se fosse eu falando da minha fé evangélica, falando que expulsei espíritos das pessoas, imagine o barulho que daria?”.

Para ele, essas manifestações mostram que “existe perseguição contra evangélicos no Brasil, sim”, pois a mídia nunca coloca os evangélicos sob uma luz positiva.

“A fé cristã tem tirado milhões de pessoas da miséria moral, das drogas, da prostituição, da depressão. Mas isso não interessa a quem prega quanto pior, melhor”, lamentou Feliciano.

Encerrou mandando um recado à Daniela Mercury e os outros artistas: “Deixem a nossa fé em paz! Por que não fazem essa brincadeira com Maomé como homossexual? Somos pacatos, mas não somos bobos, conhecemos a lei e queremos respeito”.



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