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Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Organização diz que objetivo é “lutar contra bullying, violência e discriminação contra crianças de escolas de ensino fundamental e médio”.


Fundação Jasmin Roy
Fundação Jasmin Roy. (Foto: Reprodução / Youtube)

Uma organização LGBT sediada no Canadá produziu uma série de vídeos que usam fantoches para ensinar às crianças que “confusão de identidade de gênero” e o “transgenerismo” são coisas “normais”. O material foi publicado no YouTube no início deste mês e conta com versões em inglês e francês.

Por enquanto, são três vídeos curtos que usam um boneco chamado Julien. Ele diz que seu nome “já foi Julia”. Os vídeos mostram o que seria a transição de Julien, deixando de ser menina e assumindo a identidade como menino. O material inclui esquetes dele cortando o cabelo, vestindo roupas novas e brincando com brinquedos específicos para o seu gênero.

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“Olá, meu nome é Julien”, diz o boneco no primeiro vídeo da série. “Quando eu era pequena, as pessoas me chamavam de Julia e pensavam que eu era uma menininha. Porém, dentro do meu coração, eu sentia que era um garotinho. Se você quer conhecer meu mundo, amigos e uma história maravilhosa, clique neste link.”

O link mencionado pelo boneco leva a outros vídeos que mostram sua “transição”.

“Eu estou triste”, diz ele no primeiro vídeo, quando ainda é uma menina.

“Mesmo? Por que você está tão triste?”, pergunta uma amiga de Julien, vivida por uma atriz.

“Eu quero que as pessoas parem de me chamar de Julia.”

“Tudo bem. Como você quer que eles te chamem?”

“Julien”, responde o boneco. “Eu não sou uma menininha. Eu nunca me senti como se fosse. Todo mundo acha que eu sou uma menina… Não quero mais usar vestidos nem roupas de meninas.”

A amiga de Julien destaca que a ama e sempre será sua amiga. Ela acompanha o boneco ao salão onde ela vai cortar o cabelo. Então, questiona a Julien: “Você sabia que existem muitas crianças como você no mundo? Milhões e milhões.” A resposta do boneco é “Wow! Isso é maravilhoso”.

Os vídeos foram produzidos pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais. O site da organização afirma que seu objetivo é “lutar contra bullying, violência e discriminação contra crianças de escolas de ensino fundamental e médio”. Eles também produzem cadernos de estudo sobre o tema para pais e professores.

Expor crianças a esse tipo de ideia, ainda de maneira lúdica, impõe a elas questões complexas demais para o seu desenvolvimento cognitivo.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que reúne “cerca de 40 mil especialistas na saúde física, mental e emocional de cerca de 60 de milhões de crianças e adolescentes” manifestou-se em julho sobre a exposição de crianças ao tema.

Falando sobre a animação Super Drags, da Netflix, emitiu uma nota oficial fazendo “um alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”.



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