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Feliciano: Conservadores serão protagonistas no “novo Brasil”

Deputado acredita que evangélicos foram decisivos nestas eleições


Marco Feliciano
Marco Feliciano. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Aliado de primeira hora do deputado federal Jair Bolsonaro, Marco Feliciano (Pode/SP) fez campanha para o capitão e está confiante que nos próximos anos veremos “o Brasil do resgate da cidadania, voltado para o cidadão de bem que é a grande maioria”.

Em entrevista ao Gospel Prime, o parlamentar destaca que será um “novo Brasil”, pois “acabou aquele falso discurso para os pobres, mas que de fato tirou da pobreza seus cúmplices na grande roubalheira”. Ele acredita que a partir de 2019 veremos um governo “focado no crescimento através do trabalho”, pois a única forma de dividir riquezas é produzir riqueza.

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Protagonismo dos evangélicos

Olhando em retrospecto, Feliciano aponta que, nestas eleições, os líderes evangélicos “tiveram um protagonismo como nunca foi visto em nosso país”. Isso deveria ser comemorado, pois, ao contrário da campanha da grande mídia, “Bolsonaro não foi um tiro no escuro nem representa um perigo para a democracia”.

Como pastor, o líder do ministério Catedral do Avivamento, acredita que os que oraram e buscaram a Deus antes de uma decisão importante tiveram o discernimento. Portanto, mesmo que o presidente eleito venha sendo cobrado por ser “muito religioso”, indo à igreja e orando depois de eleito, isso não é demérito. “O ruído que se ouve por parte da mídia criticando ele buscar a Deus me soa como elogio, pois quando se fala em Deus se espanta o inimigo”, avalia.

Um novo Brasil

A compreensão de Marco Feliciano é que os políticos conservadores terão um “papel relevante na construção do ‘novo Brasil’”. Afinal, eles representam a maioria da população, que é historicamente conservadora, com valores cristãos.

As ideias do segmento conservador devem ganhar força a partir do ano que vem. “Temos propostas propositivas na educação e da valorização do ser humano”, pontua, acrescentando que o desejo de todos é ver os brasileiros em convivência harmônica, rompendo o clima de divisão que impera atualmente.

Resistência ao novo governo

Essa mesma divisão é fomentada pela oposição, que fala em ser “resistência” e vem fazendo acusações infundadas sobre um governo que ainda nem começou. “A oposição está fazendo seu papel e isso é salutar. Fica chique dar o apelido de ‘resistência’, sem ser a do chuveiro que tem a sua utilidade e funciona. Mas essa é uma vã tentativa de um terceiro turno”, minimiza.

Ao falar sobre os pastores que se colocaram contrários ao então candidato e agora presidente, Feliciano diz que eles não têm legitimidade. “Eles vêm com um discurso ideológico, em nome de um Jesus que não reconheço. Certamente não é o meu Jesus dos Evangelhos, que nos deixou a verdadeira paz com muito amor”, encerra.



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