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Feliciano chama Daciolo de excêntrico e nega envolvimento com maçonaria

Deputado reeleito afirma que denúncia falsa prejudicou sua votação


Marco Feliciano
Marco Feliciano no Pânico. (Foto: Reprodução / Youtube)

Faltando três dias para o primeiro turno, o então candidato à Presidência da República pelo Patriota, Cabo Daciolo, fez uma transmissão polêmica na internet. Ele afirmou que havia dois pastores importantes no meio evangélico envolvidos com a maçonaria: Marco Feliciano e Silas Malafaia.

O anúncio, em tom de denúncia, espalhou-se rapidamente pelas redes sociais e pode ter prejudicado a votação de Feliciano, que concorria à reeleição pelo Podemos.

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Durante sua participação no programa Pânico desta sexta-feira (26) o parlamentar voltou a negar qualquer envolvimento com a maçonaria. Segundo ele, “Cabo Daciolo é uma figura excêntrica e por eu e Malafaia termos apoiado o Bolsonaro [para presidente] ele encontrou uma maneira de se vingar da gente”.

Dizendo que ouviu relatos de pessoas que deixaram de votar nele por conta da “denúncia”, lamenta que teria perdido “de 100 a 150 mil votos” por causa das acusações de Daciolo.

“É uma coisa de menino. A Bíblia diz que não posso chamar meu irmão de louco, então vou dizer que ele é excêntrico e faltou caráter para ele. Quando você acusa uma pessoa de alguma coisa você tem de provar antes”, desabafa.

Feliciano disse ainda que “se falar que eu sou gay ninguém acredita, se falar que eu sou adúltero também não. Porque eu já passei por todo tipo de calúnia”. Reiterou ainda que não sabe o que é a maçonaria, a não ser o que ele já leu sobre o tema.

Haddad é imoral

Em outros momentos da entrevista ele avaliou a corrida presidencial. “Votar em Haddad é imoral. Você pode até não gostar do Jair Bolsonaro, mas é um cara limpo”, resume.

Ao falar sobre as acusações mais comuns da esquerda, sugerindo que num governo Bolsonaro haveria a “volta da ditadura”, Feliciano foi assertivo. “No Brasil não houve ditadura. Ditadura era na União Soviética, onde milhões foram assassinados, havia campos de concentração… Ditadura é esse pessoal que o PT apoia”, avalia.

Encerrou fazendo um questionamento: “Querem ver uma ditadura? Eleja Haddad. Aí, ele sai e entra a Manuela D’Ávila, uma comunista governando o nosso país, o que você acha disso?”.

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