Feliciano denuncia “arte” que profana símbolos sagrados

Deputado é autor de projeto que proíbe a prática


Feliciano denuncia "arte" que profana símbolos sagrados

O deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) está denunciando a performance do artista visual Antonio Obá, que pode ser premiado com R$ 130 mil e uma residência artística na Residency Unlimited, em Nova York.

Sua performance, Atos da Transfiguração: Desaparição ou Receita para Fazer um Santo, na verdade é a destruição de uma imagem sacra em nome da arte.

“Isso não é arte, é crime”, alertou Marco Feliciano no vídeo, citando o artigo 208 do Código Penal Brasileiro, que versa sobre o “vilipêndio de objeto de culto religioso”.

Lembrando que Obá já havia feito algo similar na exibição do QueerMuseu em Porto Alegre, onde colocou várias hóstias em uma mala, tendo escrito sobre elas palavras como “vagina”.

Feliciano acredita que, se fosse um pastor destruindo uma imagem de Nossa Senhora e postando o vídeo, estaria preso, pois a Igreja Católica teria “se levantado contra”. O parlamentar questionou em seu alerta que é preciso que os cristãos do país se manifestem contrários à violência contra símbolos religiosos, algo que parece estar se tornando cada vez mais comum no país.

O pastor Marco é autor do Projeto de Lei 8.615/2017, que proíbe a “profanação de símbolos sagrados”. A proposta dele impede que TV, cinema, DVD e jogos eletrônicos e de interpretação como RPG, por exemplo, promovam o aberto desrespeito a símbolos religiosos. O projeto modifica o artigo 74 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

O PL está neste momento na Coordenação de Comissões e Permanentes e deve ser encaminhando para tramitação, antes de ser levado ao plenário da Câmara dos Deputados.




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