Feliciano pede que crime contra policiais se torne hediondo

Mais de 100 policiais foram mortos no Rio este ano


Feliciano pede que crime contra policiais se torne hediondo

Durante a última semana, o Rio de Janeiro esteve em destaque nos principais jornais do país por seus índices de violência. Em 2017, mais de 100 policiais foram mortos, número que corresponde a cerca de 40% de PMs mortos no país.

Com base nisso, o deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) gravou um vídeo no qual comenta o caso e acredita que o assassinato de policiais deveria ser considerado um crime hediondo.

“É com muito pesar que eu gravo este vídeo. É lamentável tudo isso. O jovem Fábio Cavalcante e Sá, foi executado com mais de 30 tiros de fuzil na frente do pai. Pai, esse, que está condenado ao resto dos seus dias a trazer sua memória”, afirmou.

Feliciano, em seguida, utilizou como exemplo o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, que homenageou soldados do país mortos durante combates de guerra.

“Faça aí uma comparação: 29 soldados mortos em guerra nos Estados Unidos. E aqui no Brasil, só no Rio de Janeiro, 100 policiais foram assassinados. Ou nós mudamos essa situação, ou não teremos um amanhã”, argumentou.

“Existem três coisas que, na nossa legislação, precisa fazer para que mudem. Primeiro: Nós precisamos tornar hediondo o crime de atacar um agente da lei. Segundo: Nós precisamos criar tribunais militares para julgar esses agentes da lei”.

Ele continuou. “E precisamos também, embora seja polêmico, a diminuição da maioridade penal no nosso país. Enquanto jovens delinquentes souberem que estão isentos, enquanto tiverem o sentimento de que não serão punidos, os crimes não vão parar”.

Em seguida, direcionou sua fala aos familiares dos policiais. “Eu peço a Deus que conforte todas as famílias do estado do Rio de Janeiro. Peço a Deus que proteja nossa nação, que proteja o seu filho, a sua filha, que eles possam voltar com vida, porque vivemos num país onde a violência chegou a níveis que superam – e muito – guerras”, finalizou.




Deixe seu comentário!