Fuja ou morra, alertam jihadistas a cristãos no Egito

“As autoridades egípcias sempre falharam em proteger os cristãos que vivem no norte”, afirma diretora


Fuja ou morra, alertam jihadistas a cristãos no Egito

Muitos ataques violentos e mortais estão acontecendo no Egito, porém estão passando despercebidos pela comunidade internacional. A nação encontra-se no 21º lugar na atual Lista da Perseguição Mundial e o número de mortes de cristãos aumenta a cada dia. A segurança para os fiéis também está comprometida, qualquer cristão corre sérios riscos em residir no Egito.

“O que estamos vendo são ataques anticristãos acompanhados de várias violações aos direitos humanos e muitas tragédias motivadas pela religiosidade. Há circulação de folhetos em determinadas aldeias com o seguinte recado ‘fuja ou morra’. Nos últimos anos, isso tem acontecido com mais frequência. Não é só no Sinai, mas em diversas outras áreas, incluindo o Cairo”, alarmou um líder cristão que não foi identificado por segurança.

Najia Bounaim, Diretora Adjunta para Campanhas, da Amnistia Internacional do Reino Unido, disse: “As autoridades egípcias sempre falharam em proteger os cristãos que vivem no norte do Sinai e o governo deveria acabar com sua dependência dos habituais acordos de reconciliação que alimentam ainda mais um ciclo de violência contra as comunidades cristãs”, alertou.


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Conforme o Portas Abertas, muitas ofensivas acabam por cair no esquecimento, como exemplo, o caso dos 21 egípcios que foram decapitados, há dois anos, numa praia da Líbia. Na época, os terroristas divulgaram um vídeo com as cenas do crime, intitulado por “Mensagem assinada com sangue para a nação da cruz”. Desde então, o nível de violência tem crescido sistematicamente.




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