“Igreja deve se preparar para o arrebatamento”, diz filha de Billy Graham

Anne Graham Lotz alerta que cristãos deveriam ficar prontos para "sair a qualquer momento"


"Igreja deve se preparar para o arrebatamento"

Anne Graham Lotz é presidente de um grupo de intercessores chamado AnGeL Ministries, mas geralmente é lembrada por ser filha do evangelista Billy Graham. Ela colabora com o ministério do pai e recentemente publicou um artigo sobre o arrebatamento.

“A Bíblia ensina que todos os seguidores de Jesus devem planejar e se preparar para uma viagem”, lembrou, “que não é apenas quando vamos para o céu após a morte, mas também pode ser algo que ocorrerá no final da história humana como a conhecemos”.

Como o pai, ela é evangelista, e constantemente prega. Recentemente vem alertando a igreja sobre os sinais do fim. No artigo, lembra que “o arrebatamento virá quando nos encontrarmos com Jesus no ar e serem reunidos com nossos entes queridos que morreram em Cristo e foram antes de nós”


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Lotz acrescentou que a igreja, o corpo de Jesus na Terra, deveria se informar e estar preparada para “sair de repente, a qualquer momento”. Listando uma série de versículos, sugeriu que os cristãos deviam permanentemente “ser abundantes em amor, estabelecidos na fé, confiantes na esperança, inabaláveis ​​na santidade e firmes no serviço”.

Ela disse não ter dúvidas que “o tempo para a partida se aproxima” e que os crentes fiéis precisam “estar preparados”. Embora não arrisque precisar quando o arrebatamento irá chegar, disse que os cristãos precisam pedir a Deus que os ajude “a se preparar para estarem prontos para o arrebatamento”.

Recentemente, a evangelista advertiu que o mundo estava entrando no “último estágio”, numa “espiral descendente” que resultaria no julgamento de Deus.

“Nós perdemos a capacidade de pensar no que é certo. Deus se afastará e removerá a mão de Sua bênção e Sua mão de favor e Sua mão de proteção”, acrescentou Lotz, referindo-se ao que considera a decadência dos Estados Unidos, cujas leis como a legalização do casamento gay mostravam uma “rejeição a Deus”. Com informações Christian Post




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