Igreja liderada por mulheres pastoras atrai jovens do ES

A linguagem contemporânea busca adaptar a Bíblia para o século XXI.


Sabrina Matias, Brunela Diório e Simone Saiter.
Sabrina Matias, Brunela Diório e Simone Saiter.

A igreja Viva Praia da Costa, em Vila Velha (ES), é um ministério novo que ganhou destaque no jornal Gazeta Online por ser liderada por três mulheres, as pastoras Simone Saiter, Brunela Diório e Sabrina Matias.

A igreja surgiu há um ano e meio, mas tudo começou em 2004 quando um grupo de pessoas vindas de igrejas pentecostais começou a se reunir para orar. A casa de oração foi crescendo até que em 2005 recebeu o nome de Igreja Rio da Vida e apenas em 2011 foi oficializada como Igreja Viva Praia da Costa.



“Nós não viemos de uma denominação grande. Somos de uma igreja que nasceu dentro de casa, com estudo bíblico”, diz Simone ao jornal capixaba.

Simone é a líder do grupo, aos 39 anos de idade ela é formada em Geografia e assim como suas amigas resolveu deixar a área de formação para se dedicar à obra de Deus. Brunela Diório, 38, é advogada e Sabrina Matias, 39, é formada em Administração de Empresas.

O título de pastoras partiu dos próprios membros da igreja, que hoje conta com 100 pessoas, como explica trecho do texto do site da denominação: “Sendo elas membros fundadores, reconhecidas e ungidas pastoras pela nossa igreja local, foram forjadas ao longo da nossa história para terem o coração doador que tanto ama o projeto que Deus confiou em suas mãos. Elas entendem que ser pastora não foi um título recebido, mas uma chamada divina que se refaz a cada dia por meio do cuidar e conduzir pessoas a viverem em Cristo, viverem em Graça.”



O diferencial deste ministério, segundo destaca o jornal Gazeta Online, está na forma contemporânea como a Bíblia é ministrada aos membros. “Devemos entender que estamos vivendo no ano de 2013. Os papéis hoje são diferentes dos de dois mil anos atrás”, diz a pastora sênior.

Reuniao Igreja Viva
Reunião na Igreja Viva Praia da Costa. (Reprodução/Facebook).

Os jovens são atraídos por esta linguagem diferenciada e também por particularidades da igreja, como as luzes coloridas colocadas no teto da igreja e pelos encontros marcados em ambientes descontraídos, muitos deles acontecem nas praias da cidade.



Apesar de se assemelhar com igrejas neopentecostais, a Igreja Viva não está ligada a nenhuma religião conhecida, recebendo apenas ajuda de pastores conselheiros que estão dando apoio às estas três mulheres na organização do que elas chamam de “comunidade de fé”.




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