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Irã pede que muçulmanos se unam contra Israel e os EUA

Conferência da Unidade Islâmica aponta seus maiores inimigos


Hassan Rouhani, presidente do Irã.

O presidente do Irã, Hasan Rohani, conclamou neste sábado (24) que os muçulmanos de todo o mundo se unam. Disse ainda que os sauditas são ‘irmãos’ e não têm por que temer Teerã.

Durante a Conferência da Unidade Islâmica, que acontece em Teerã, ele criticou o governo de Donald Trump por ter abandonado em maio o acordo nuclear assinado por Obama de 2015 entre as principais potências mundiais e e Teerã, Rohani insistiu que “O que os Estados Unidos querem hoje é a escravidão”.

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Para ele, ao invés de “estender o tapete vermelho para os criminosos”, os governos dos países muçulmanos deveriam se unir contra os Estados Unidos e contra “o câncer da região”, Israel. Mandou ainda um recado à Arábia Saudita, exigindo que o reinado deixe de depender da “insultante” ajuda militar americana.

Em seu discurso, transmitido pela TV estatal, o líder iraniano destacou que “submeter-se ao Ocidente encabeçado pelos EUA seria uma traição contra a nossa religião”. Disse ainda que os muçulmanos precisam “defender-se contra a injustiça e permanecer fiéis ao nosso profeta, ao nosso Alcorão e ao nosso Islã”.

De maioria sunita, a Arábia Saudita compete com o Irã, xiita. Estão de lado opostos nos conflitos na região. Enquanto os sauditas ficam do lado dos americanos nos conflitos na Síria e no Iêmen, os iranianos estão em aliança com a Rússia. Também estão de lados opostos no apoio a grupos políticos no Iraque e no Líbano.

Com informações das agências



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