Irmão Lázaro é o parlamentar mais influente nas redes sociais

O cantor gospel tem 8 milhões de seguidores nas principais redes como Facebook, Twitter e Instagram.


Lázaro é o parlamentar mais influente nas redes sociais

Com mais de 161 mil votos, o Irmão Lázaro inicia sua vida política como deputado federal pela Bahia sem ter uma causa específica para defender. Filiado ao PSC (Partido Social Cristão), o evangélico afirma que irá defender a família tradicional e adotar uma postura conservadora.

Mesmo sendo contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, Irmão Lázaro afirmou em recente entrevista que a liberdade individual deve ser respeitada. “Se quiserem viver juntos, isso deve ser respeitado. Tem que se entender que homossexualismo é pecado, mas as pessoas são livres”, disse.



Não foi só nas urnas que o pastor da Igreja Batista Lírio dos Vales, em Salvador, se destacou. Lázaro tem quase 8 milhões de fãs nas principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e Google Plus) e aparece no topo da lista do Indicador de Alcance Social (IAS) que mede a influência dos parlamentares no meio digital.

Para se ter uma ideia o cantor gospel tem mais que o dobro do número de seguidores e fãs que o senador Aécio Neves, candidato derrotado à presidência da República que tem 3,8 milhões de fãs. O deputado mais votado do Brasil, Celso Russomanno (PRB-SP), teve 1,5 milhões de votos, mas tem apenas 462 mil seguidores, ficando em quarto lugar na lista do IAS criado pela empresa Bites Radar.

Questionado sobre sua presença virtual, Lázaro afirmou que criou a página “para levar palavras de conforto para as pessoas, alguma coisa construtiva”. Suas postagens alcançam milhares de pessoas em poucas horas e geral milhares de compartilhamentos.



O sucesso nas redes também é refletido em seu trabalho como cantor, Irmão Lázaro vende milhares de CDs todos os anos, o DVD “Eu Te Amo Tanto” alcançou a marca de 200 mil cópias, tendo como título uma das canções mais tocadas nas rádios evangélicas e seculares de todo o Brasil. Com informações Estadão




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