Islamismo só cresce quando os cristãos negam o ensino bíblico, diz teólogo

“Precisamos chamar os cristãos moderno para pararem de flertar com o mundo e espalhar ensinamentos errados, mensagens açucaradas”, asseverou.


Islamismo só cresce quando os cristãos negam a Bíblia

O crescimento da ideologia islâmica em todo o mundo só ocorre no vácuo do cristianismo, especificamente quando os cristãos abandonam os ensinamentos inerrantes do Evangelho, denuncia o teólogo egípcio Michael Youssef.

Além de pastor da Igreja Apostólica de Atlanta, Estados Unidos, Youssef é presidente do ministério Leading the Way, que transmite programas cristãos pela TV em todo o Oriente Médio. Vindo de uma família islâmica e crescido no Egito, ele conheceu em primeira mão o que ocorre nas antigas comunidades cristãs, que ao longo da história foram sendo tomadas de assalto pelo islamismo.

Recentemente, o especialista lançou o livro “Os bárbaros estão aqui: A prevenção do colapso da civilização ocidental em tempos de terrorismo”. Ele explica que, apesar de ter escrito dezenas de livros, este material foi algo pelo qual ele esperou mais de 20 anos para lançar.


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Um dos motivos para isso é o número cada vez maior de cristãos sendo mortos e perseguidos ao mesmo tempo em que grandes igrejas negam as verdades bíblicas. Youssef entendeu que não podia esperar mais.

“No fundo do meu coração eu ainda esperava que nós tivéssemos um despertar ou algo que faria este livro desnecessário”, explicou ao The Christian Post.

“Mas fiquei absolutamente convencido de que estamos chegando a um ponto sem volta, a menos que Deus intervenha e o povo de Deus desperte”.

Padrão histórico

Embora Youssef tenha escrito diversos livros advertindo sobre os perigos do Islã radical, ele este decidido a fazer um desafio aos cristãos.

“A ideologia islâmica floresce sempre que há um vácuo. Se existe um vácuo cristão, o Islã o preenche”, afirmou. “Historicamente, desde o primeiro século islâmico (que é o sétimo século para nós) até hoje, se você notar bem, seja no norte da África ou no império bizantino, onde é a Turquia moderna, sempre ocorreu a mesma coisa”.

“Os cristãos dão as costas à ortodoxia bíblica e deixam de lado a verdade do Evangelho quando começam a pensar: ‘Bem, pode haver outros caminhos para Deus. Deus é tão grande, como Ele poderia se limitar a só um caminho?”, analisa Youssef.

“As pesquisas mostram que isso está acontecendo hoje. Quase 50% dos cristãos praticantes dizem acreditar que existem outras maneiras de se chegar a Deus, e que [membros] de outras religiões podem ser salvos.”

No entendimento do teólogo, o que ocorre na Europa e nos EUA hoje é muito parecido com o que se passou no norte da África, de onde vem sua família. “Havia uma heresia chamada Montanismo”, lembra, “a qual dizia que o cânon não foi fechado. Essa ideia era popular na Tunísia, Marrocos, Argélia. Na época, 90% da população naquela área da África, era cristã. Como muitos desses cristãos acreditavam que Deus podia revelar algo que não estava na Bíblia acabou sendo muito fácil. Dentro de 35 anos, muitas dessas igrejas transformaram-se em mesquitas e aceitaram uma nova revelação [Alcorão]”.

“É isso o que acontece quando as pessoas dão as costas ao cristianismo bíblico”, sentencia.

“Por isso precisamos chamar os cristãos moderno para pararem de flertar com o mundo e pararem de espalhar ensinamentos errados, mensagens açucaradas, mensagens que só falam de coisas boas e voltem-se para a verdade do Evangelho. Precisamos não só defendê-lo, mas pregá-lo por completo, evangelizar e levar a pregação a sério”, sublinha.

O teólogo diz que os islamistas estão fazendo um trabalho consistente para intimidar os meios de comunicação e os governos ocidentais. “Sabemos que Satanás está por trás disso. A longo prazo, o Islã é uma religião de conquista e há apenas um caminho para Allah, que deu a sua palavra final a Maomé. Portanto, qualquer um que se oponha a isso deve ser subjugado ou morto. Essa é a sua mentalidade. A menos que o Senhor volte, eles continuarão fazendo o que estão fazendo “, explicou Youssef.

 




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