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Janaina Paschoal diz que acontece “emburrecimento em massa” nas universidades

Jurista denuncia que há doutrinação ideológica no ambiente de ensino superior


Janaina Paschoal
Advogada Janaína Paschoal em Comissão Processante do Impeachment. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Deputada estadual mais bem votada do Brasil, com mais de dois milhões de votos, a advogada Janaina Paschoal, 44, assumirá uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo sabendo da grande expectativa sobre seu desempenho.

Ela foi cotada para ser vice de Jair Bolsonaro, mas preferiu tentar uma vaga no legislativo de seu estado. Janaina alegou motivos pessoais para a escolha, mas em entrevista esta semana à Folha disse que acreditava no capitão, mesmo que “a maioria dos analistas” descartassem a possibilidade de ele ser eleito.

A futura parlamentar tornou-se conhecida nacionalmente em 2016, quando coassinou o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Na época, um grupo de alunos seus da Faculdade de Direito da USP, a criticaram. Chegaram a encenar um “enterro da Constituição” em sala de aula. Ela conta que apenas riu.

Para a jurista, existe sim doutrinação ideológica no ambiente escolar. “O que acontece na universidade é emburrecimento em massa, o cara tem que dizer amém [para a cartilha da esquerda], se prostituir intelectualmente”, avalia.

Mesmo assim, ressalta ter ressalvas ao projeto Escola Sem Partido. “Proibir temas me preocupa. E se um aluno perguntar ao professor temas como homossexualidade? Ele deve dizer ‘vá para a casa e pergunte à sua mãe’?”, encerra.



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