Jovem convertida é atacada pela própria família

Mesmo deixando a vítima em estado grave, os parentes prometeram espancá-la de novo caso ela não retorne ao islã.


Jovem convertida é atacada pela própria família

Uma jovem cristã, há alguns dias, foi violentamente agredida pela própria família por ter aceitado a Jesus como seu salvador. Saida* que é surda, vive na Ásia Central, foi socorrida pelos vizinhos que chamaram a polícia rapidamente para defender a menina do ato cruel. O ataque a jovem foi motivado pelo fato da família pertencer ao Islamismo.

Segundo o ministério Portas Abertas, ao chegar no local, os policiais se recusaram a protegê-la, afirmando que o ocorrido era apenas um “conflito familiar”. Os familiares percebendo que saíram impunes, continuaram as agressões e tentaram obrigá-la a deixar o cristianismo. No mesmo dia, Saida foi encaminhada para uma Unidade de Tratamento Intensivo de um hospital por se recusar a negar a Cristo.



Os membros da igreja local afirmaram que vão esperar ela receber alta para levá-la a um local em segurança, longe de sua família. Mesmo deixando Saida em estado grave, os parentes prometeram espancá-la de novo caso ela não retorne ao islã e comentaram que vão chamar a polícia para impedir que alguém a leve embora. Segundo eles, ou ela volta para a religião muçulmana ou morre.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Fé em Cristo é superior a perseguição

O canal inglês BBC apresentou um programa sobre a situação das meninas de Chibok sequestradas em 2014 pelo grupo extremista Boko Haram na Nigéria.



Mais de 270 delas foram levadas pelos muçulmanos e muitas morreram. Dentre as que fugiram, a maioria ficou grávida.

Entrevistado pela BBC, um pastor nigeriano fez uma declaração que gerou polêmica na época. Pai de uma das meninas sequestradas, ele soube que ela se negou a converter-se ao Islã. Forçada a escolher entre sua vida e sua fé, morreu apedrejada por causa de Cristo.



“Disseram que a minha filha se recusou a mudar de religião. Eles [soldados do Boko Haram] cavaram um buraco e enterraram-na até o pescoço, apedrejando-a depois até a morte”, diz o pastor. “Saber que ela morreu por amor a Cristo é a coisa mais feliz para mim. Fico grato que ela não mudou sua religião. Ela confiava em Deus”, ressaltou Mark.




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