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Passagem da vida do Latino será retratada no filme de Edir Macedo

Cantor afirma que bispo lhe deu bons conselhos


Latino e Edir Macedo
Latino e Edir Macedo

O cantor Latino terá uma participação em “Nada a Perder”, filme biográfico de Edir Macedo, baseado na trilogia de livros de mesmo título. No longa, que estreia em fevereiro de 2018, ele será interpretado por Rafael Awi.

O líder da igreja Universal ajudou muito Roberto de Souza Rocha, nome de batismo do cantor.  Durante entrevista a Marcelo Rezende no “Cidade Alerta”, em 2014, Latino contou que o pastor “matou a sua fome”.

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Ele relatou assim o encontro: “Ainda garotinho, perambulava pelas ruas do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, com os meus primos. Dormíamos na rua e eu me lembro de ouvir o Bispo Macedo pregar para algumas pessoas na praça Jardim Méier, em um coreto de madeira. Inconscientemente, eu absorvi aquelas palavras. Apesar da minha condição muito precária e quase sem nenhuma chance de dar certo na vida, hoje estou aqui e realmente tenho certeza de que aquelas palavras me influenciaram muito, me motivaram e me deram a força que eu precisava para ignorar a realidade difícil que eu vivia e seguir em frente”, relembra Latino”.

Em outra entrevista, Latino conta que ficava na rua por que sua mãe havia se separado do seu pai. Ele vivia pelas ruas e acabou conhecendo os pastores Edir Macedo e R. R. Soares. “Num primeiro momento, eu era muito ruim com eles. Jogava tomate podre neles. Eles começavam a pregar 6h, 7h da manhã e sempre acordavam a gente, então os caras tacavam tomate, ovo”.

Mas aos poucos essa relação foi melhorando. “Depois virei o cara que intermediava os moleques de rua e os pregadores. Engraxava o sapato deles, comia os restos de comida deles. Cruzei por um ano ou dois com eles ali e fui muito bem tratado. Tenho muita gratidão”.

Aos os 17 anos, a mãe de Latino o convidou para morar nos Estados Unidos, onde ela vivia com o segundo marido. “O Edir falou ‘vai, vai ser bom para você’. Se eu não tivesse seguido os conselhos deles, talvez não tivesse seguido o caminho que segui”, lembra.

Nos EUA ele fez de tudo um pouco, foi garçom, mágico e cozinheiro. Após retornar ao Brasil, na década de 1990, lançou sua carreira musical e comemora agora 25 anos de carreira, sendo conhecido em todo o País e em diversas partes do mundo.



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