Leprosos se convertem após assistir Cristo curando a doenças no “Filme Jesus”

Missionários relatam que exibição do filme atrai muitas pessoas na África


Leprosos vendo Jesus Filme
Leprosos vendo Jesus Filme

Pessoas que sofrem de lepra e já estão sem alguns dedos das mãos e pés se converteram depois de assistir a uma exibição do “Filme Jesus”, onde Cristo aparecia curando pessoas com a doença.

O caso ocorreu no Sudão do Sul, país africano entre os mais pobres do mundo. Stuart Bowman, missionário da Partners in Compassionate Care explica que o filme produzido em 1979 foi exibido este mês em uma colônia de leprosos no estado de Junglei.

“Ver a reação daquelas pessoas ao ver Jesus curar a doença de que sofrem me deixou intrigado. Falamos sobre a cura que Deus oferece interiormente para as pessoas, e como Ele pode restaurá-las após seus pecados serem perdoados. Mas foi uma linda experiência sentar com eles e orar e ver quase todas as pessoas entregando suas vidas ao Rei”, relata Bowman.

Embora a lepra (ou hanseníase) tenha sido erradicada em grande parte do mundo, ainda é comum em locais onde a população é profundamente empobrecida e não há auxílio do governo, como no Sudão do Sul.

Os que padecem da lepra são frequentemente marginalizados e vivem separados do resto da sociedade, de modo muito parecido como ocorria nos dias de Jesus. Além das consequências da doença, muitos sofrem por causa da fome, pois não conseguem trabalhar.

O grupo missionário liderado por Bowman visitou um leprosário onde vivem 35 pessoas. O objetivo era evangelizar e oferecer os cuidados médicos possíveis.

“Essas pessoas, muitas delas sequer têm dedos das mãos e dos pés”, lembrou ele. A equipe da Partners in Compassionate Care estão oferecendo ajuda física e espiritual para aqueles que foram abandonados pela sociedade e possivelmente não terão muito mais tempo de vida.

Uma das estratégias é a exibição do “Filme Jesus”, a produção evangelística mais utilizada no mundo. Disponível em 1200 línguas, estima-se que já foi assistida por cerca de seis bilhões de pessoas desde o seu lançamento.

Bowman lembra que a hanseníase ainda afeta muita gente nos países mais pobres da África e no sul da Ásia e que alcançar quem sofre com ela faz parte do ministério da igreja desde os dias de Jesus. Com informações Christian Post




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