Líderes de todas as religiões do mundo fazem campanha por “união”

Papa Francisco diz que sua experiência religiosa foi “enriquecida” pela sua convivência com pessoas de outras confissões


Líderes religiosos fazem campanha por "união"

Alguns dos principais líderes religiosos do mundo se uniram para uma campanha promovida pelo Instituto Elijah Interfé.

Um vídeo que compila apelos de cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas e sikhs pretende popularizar a ideia de união das pessoas de fé, em especial diante dos ataques terroristas que se multiplicam pelo planeta.

No vídeo, o aiatolá muçulmano Sayyid Fadhel Al-Milani disse: “Nosso conselho é ser amigos de todas as pessoas, independentemente da religião”, enquanto Papa Francisco disse que sua experiência religiosa foi “enriquecida” pela sua convivência com pessoas de outras confissões, que ofereciam outras “explicações” sobre a vida.


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A arcebispo anglicano Justin Welby, disse no vídeo que “amizades através da fé são a chave para fortalecer-se o trabalho contra a discriminação”.

O rabino Alon Goshen-Gottstein Doctor, diretor do Instituto Elijah e um dos idealizadores da campanha, afirma que essa é “uma inovação teológica” e que “quando os principais líderes religiosos do mundo pregam unidade e amizade, estão consolidando uma nova forma de praticar a religião e rejeitando a velha”.

Essas declarações visam encorajar que, independentemente de sua religião, todos deveriam se unir, pois “amizade e conhecimento mútuo” seriam os “antídotos para a negatividade e as divisões na sociedade”.

Eles também pedem que todos façam orações para que “essa mensagem e o exemplo de unidade dos líderes” possa influenciar as pessoas a iniciar conversas com pessoas de credos diferentes e todos possam aprender uns com os outros, portanto sugerem o uso hashtag #FazAmigos.

Segundo o Instituto Elijah – versão em inglês para Elias – o objetivo é mostrar que não há alguém “certo” enquanto os demais estão “errados”. Inclusive, o nome da organização, sediada em Israel e parcialmente financiada pela ONU e pela Fundação Rockfeller, é inspirado na figura do profeta bíblico e pretender ser um “porta-voz” no debate sobre uma “compreensão mais profunda sobre Deus”. Com informações CBN

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