Silas Malafaia apoiará Marina Silva no segundo turno

Pastor continuará apoiando o Pastor Everaldo no primeiro turno para "marcar posição".


Malafaia apoiará Marina Silva no segundo turno

Um dos líderes evangélicos mais atuantes em período eleitoral no Brasil, o pastor Silas Malafaia já anunciou seu apoio no primeiro turno ao candidato do PSC, pastor Everaldo.

Ambos são ministros ordenados da Assembleia de Deus e amigos de longa data. Desde que o quadro eleitoral mudou, com a entrada de Marina, Malafaia tem usado as redes sociais para continuar fazendo campanha.

Em seu perfil do Twitter escreveu na segunda (18): “Vamos deixar de ser medíocres. Eu não voto segundo pesquisas eleitorais, e sim, segundo minhas convicções”. Um recado claro de que não deverá abandonar Everaldo no primeiro turno. Em 2010, ele iniciou a campanha apoiando Marina, depois se aliou a Serra, por acreditar que faltava clareza nos compromissos da candidata com as “bandeiras cristãs”.

Quatro anos depois, Malafaia tornou-se um dos maiores oposicionistas do PT entre os evangélicos. Mas no eventual segundo turno apontado pelas pesquisas mais recentes, não teria problema em ficar com Marina contra Dilma.

A revista Veja anunciou na coluna Radar On-line que Malafaia já anunciou que pedirá votos para Marina. Curiosamente, Malafaia usou seu site e perfil nas redes sociais para divulgar nos últimos dias um vídeo de 2011, onde um pastor americano profetiza que Deus levantaria uma mulher no Brasil fiel a ele para ser líder da nação. Para muitos, é um anúncio que Marina será a próxima presidente.

Outro importante líder evangélico ligado à política que se manifestou sobre o assunto foi o deputado federal Marco Feliciano. Ele afirma que continua apoiando o Pastor Everaldo a quem chama de “homem íntegro, competente, inteligente, preparado e aliançado aos bons princípios”. Já no segundo turno, Feliciano diz que ainda não avaliou, mas ressalta que apoiará “qualquer um, menos o PT”.

O fato de Marina ser evangélica não significa que receberá necessariamente o voto dos evangélicos, mas essa associação ainda é inevitável. Por isso, essa questão será levantada muitas vezes até 5 de outubro.




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