Marchinha de Carnaval simula bronca de Deus em Crivella

Prefeito vira alvo de protestos após cortes de verbas


Marcelo Crivella
Marcelo Crivella

O prefeito Marcelo Crivella já explicou que o dinheiro da prefeitura que seria gasto no Carnaval do Rio de Janeiro será aplicado em saúde e educação, prioridades do seu governo.

Mesmo assim, boa parte da mídia insiste em atribuir a ele uma suposta culpa pelo fim do Carnaval na cidade, o que acabou não acontecendo.

A escola de samba Mangueira já anunciou que fará uma “provocação” a ele na Sapucaí, colocando carros alegóricos com imagens de santos católicos e figuras da umbanda, além de fazer uma referência à cultura LGBT, com a participação de drag queens famosas na cidade.

Juntando-se à tentativa de fazer deste o carnaval do “Fora, Crivella”, o jornal O Globo deu destaque para uma marchinha composta pelo músico e advogado Thiago Vasconcellos e interpretada pelo grupo “Os Marcheiros”.

O vídeo lançado dia 8 de janeiro tem, até o momento, apenas 170 visualizações. Mesmo assim, o periódico insiste que será um sucesso este ano. Com o nome “O Folião, Papai do Céu e o Prefeito”, a música narra um telefonema imaginário de Deus ao prefeito.

Na abertura, a título de humor, colocam o prefeito confundindo Deus com seu tio Edir Macedo. Logo em seguida, Crivella, que é bispo licenciado da Universal, reclama que o Senhor “está sumido”.

A marchinha é cantada como se fosse um recado de Deus ao prefeito. Ela diz: “Marcelinho, não fique assim/ Quarta de cinzas a folia chega ao fim/ Não fique p…/ Que até a Páscoa eles voltam para o culto/Mas se me desobedecer/Considero isso uma heresia/ E te condeno a ser prefeito/num carnaval eterno em Salvador, na Bahia”

Ouça (palavras chulas):




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