Marco Feliciano denuncia ataque durante voo à Polícia Federal

Parlamentar foi hostilizado por ativistas gays durante voo com destino a Guarulhos.


Marco Feliciano denuncia ataque durante voo à Polícia Federal

Nesta terça-feira (13) o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, pastor Marco Feliciano, entrou com uma denuncia formal junto a Polícia Federal pedindo apuração sobre o ataque sofrido durante voo com destino a Guarulhos.

Feliciano foi hostilizado por homossexuais na última quinta-feira (8) a bordo de um avião da Azul que saiu de Brasília. Cerca de 10 ativistas gays fizeram manifestações em pleno voo contra o deputado federal.

A denuncia foi formalizada através de oficio destinado ao Diretor Geral da Polícia Federal de Brasília, Leandro Daielo Coimbra e pede instauração de Inquérito Policial para apurar os fatos ocorridos no voo 5019, da Azul Linhas Aéreas.

No oficio Feliciano acusa um grupo de rapazes de ter se portado de forma “deseducada e com trejeitos aparentes de homossexuais” e afirma que sofreu ataques, “inclusive, com contato físico me tocando, causando danos a minha pessoa, perturbando meu sossego”.

“Ações desse tipo, em reação a minha atuação parlamentar causa um grande mal a democracia em nosso país, e serve de mau exemplo para os jovens”, diz o texto.

Alvo de críticas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o deputado tem enfrentado dura oposição de ativistas de movimentos LGBT.

O deputado afirma que tomou a decisão de denunciar os envolvidos devido a um vídeo postado por eles na internet, em que aparecem causando tumulto durante o voo. Feliciano também afirma que não fez a denuncia após desembarque em Guarulhos devido ao tempo pois estava fazendo escala com destino a Belo Horizonte, Minas Gerais.

“Para minha surpresa, os mesmos agressores de forma acintosa, e certos da impunidade, postaram vídeo gravado por eles mesmo na internet, vangloriando-se da agressão e citando a não ação da própria Policia Federal, como se vivêssemos num país sem lei, e que todos os passageiros do voo, seus tripulantes e o Comandante fossem também obrigados a passar por esses riscos sem nenhuma reação das autoridades”, concluiu.




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