Marco Feliciano pede que Brasil feche embaixada na Coreia do Norte

Parlamentar denunciou a perseguição contra cristãos no país comunista


Feliciano pede que Brasil feche embaixada na Coreia do Norte

O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC/SP) usou a tribuna da Câmara dos Deputados para denunciar a perseguição contra cristãos na Coreia do Norte. Apresentando dados sobre os abusos cometidos no país comunista, fez um alerta: “O Brasil flerta com ditaduras”.

O parlamentar elencou vários aspectos controversos daquela nação, dizendo que “Não existem motivos aceitáveis que justifiquem uma relação diplomática entre Brasil e Coreia do Norte”.

Discorrendo sobre o histórico da abertura da embaixada norte-coreana por aqui, lembrou ter sido uma decisão do governo Lula, que em 2005 estreitou as relações com a nação totalitarista, que tem no seu presidente a figura de um deus.

Feliciano, disse falar “Em nome dos cristãos perseguidos” e mencionou dados sobre a repressão retirados de um relatório da ONG Christian Solidarity Worldwide, divulgados em reportagem do Gospel Prime.

Em seu discurso, ele asseverou que as perseguições do governo de Kim Jong-Un “beiram a carnificina”, chamando atenção para o fato de que “ser crente em Cristo Jesus na Coreia é sinônimo de risco”.

Além das violações dos direitos humanos, o deputado apontou que a motivação de Lula e do governo petista em se aproximar da Coreia do Norte era por “questões ideológicas” e que os acordos comerciais assinados pelo antigo governo brasileiro não se justificam, por serem desprezíveis na balança comercial.

Sendo assim, pediu aos seus colegas: “Iniciemos um trabalho a fim que a embaixada seja fechada”. Acrescentando ainda: “Não podemos mais manter relações com ditaduras assassinas”. O objetivo é que o Brasil feche sua embaixada no país comunista e também a que hospeda o embaixador norte-coreano aqui.

Além de tratar o assunto do  genocídio de cristãos na Câmara, assegurou que vai se esforçar para que o assunto seja levado à Organização das Nações Unidas. O organismo internacional vem tomando decisões sobre a Coreia do Norte apenas no quesito militar, impondo embargos para que ela não prolifere na construção de bombar nucleares, porém as questões de direitos humanos e liberdade religiosa vem sendo sistematicamente ignoradas.




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