Marco Feliciano defende que não houve ditadura militar

Deputado compara regimes na Rússia e no Brasil


Feliciano defende que não houve ditadura militar

Durante muitos anos no Brasil prevaleceu a narrativa de que o país viveu uma ditadura militar. Com a ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder, o assunto foi exaustivamente debatido e tomou forma a necessidade de se recontar a história, com movimentos que atingiram tanto a classe política quanto os professores em sala de aula. Quando se falava de militares em Cuba era revolução, quando se fala no Brasil era “golpe”.

Com a derrocada de Dilma e a enxurrada de denúncias envolvendo os líderes dos movimentos de esquerda no país, abriu-se margem para o questionamento de qual narrativa é a correta. Se comparada com movimentos revolucionários em várias partes do mundo, o Brasil viveu um regime de exceção.



De maneira lúdica, o deputado Marco Feliciano gravou um vídeo para tentar explicar isso. Criando um fictício diálogo entre uma pessoa na Rússia e outra no Brasil, ele analisa como foram os anos de 1964 a 1985.

O “brasileiro” tenta convencer o “russo” que o que tivemos aqui foi ditadura, mas tem dificuldades, pois não é possível uma comparação adequada das duas situações. “Tivemos 357 mortes”, explica o brasileiro, ao que o russo responde “para um dia só é bastante”. “Não, nos 21 anos”, insiste o brasileiro.

O diálogo explica como ocorreu a sucessão de 5 presidentes, até que eles saíram do poder. Contudo, o russo não consegue entender as coisas, pois por lá foram 21 milhões de mortos em 74 anos de ditadura comunista. Conclui dizendo que o brasileiro “nunca conheceu opressão e por isso não entende o que é liberdade”.



Assista na íntegra:




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