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Marco Feliciano denuncia “ditadura gay” no caso Ratinho

Em postagem nas redes sociais, deputado questionou: “Quem será o próximo?”


Marco Feliciano
Marco Feliciano

O deputado Marco Feliciano saiu em defesa de Ratinho, que está sendo massacrado pela mídia após ter gravado um vídeo onde reclama do excesso de personagens LGBT na programação da rede Globo.

A polêmica chegou a um extremo quando a Defensoria Pública do Estado de São Paulo pediu punição ao apresentador Carlos Roberto Massa por “declarações homofóbicas”.

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Como faz rotineiramente, Feliciano gravou um vídeo para comentar questões do momento e reclamou que o “politicamente correto é usado como um freio para o livre pensamento, que na verdade é censura”. Lembrou ainda que, alguns anos atrás, participou do Programa do Ratinho no SBT e, na ocasião, abordou a questão da “ditadura gay”.

“Ninguém deu atenção e agora você [Ratinho] está sendo vítima isso”, ressaltou o deputado. Na sua opinião, o apresentador não usou “nenhuma palavra ofensiva ou deselegante sobre a crescente participação de gays na programação da rede Globo”, o que faz cair por terra as acusações de homofobia.

“O que mais me causou mais estranheza foi a rápida ação da Defensoria Pública que pediu uma ação por discriminação homofóbica”, assegurou Feliciano, classificando a atitude de “excrecência”, uma vez que não existe multa prevista por alguém “usar o adjetivo coloquial viado”.

Traçando um contraponto, o pastor questionou a falta de atuação da Defensoria Pública em casos como um espetáculo de stand up, realizado por dois homossexuais que usam o termo “viado” constantemente, ou no beijo lésbico entre duas adolescentes apresentado na novela Malhação durante a tarde.

Para Feliciano, isso “ofende a moral e princípios de proteção às crianças”, mas os órgãos competentes permaneceram inertes.

“É preciso parcimônia aos órgãos da defesa da sociedade em não gastar tempo e dinheiro apenas para mídia. Ou isto é incoerência ou falta do que fazer”, reclamou o deputado.

Acrescentou também que recebe milhares de e-mails “de pessoas indignadas com a presença de gays caricatos na televisão brasileira” e por isso está se pronunciando. Deixando claro que “homossexuais são uma minoria merecedora de todo o respeito”, acredita que não há justificativa para tudo o que está sendo feito contra Ratinho.

Lembrando alguns dos preceitos da democracia, pediu “livre pensamento já, menos patrulha”. Finalizou mandando um recado para o apresentador: “Ratinho, o Brasil está com você”.

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