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Marina pede que seus eleitores não votem em Bolsonaro

Rede se diz "neutra" durante o segundo turno


Jair Bolsonaro e Marina Silva
Jair Bolsonaro e Marina Silva. (Foto: Divulgação)

Em 2014, após ficar em terceiro lugar na disputa presidencial, Marina Silva optou em apoiar Aécio Neves (PSDB) no segundo turno “contra o PT”, seu ex-partido. Agora, tendo amargado 1% dos votos sua posição é diferente.

A liderança da Rede Sustentabilidade decidiu não se aliar a nenhum dos dois candidatos. Embora diga que tomará posição de neutralidade, pediu que seus eleitores não votem em Jair Bolsonaro (PSL).

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Marina acredita que há “problemas éticos” no PT, por isso opta pelo apoio indireto.  “Nenhum dos dois projetos representa os anseios políticos econômicos e sociais do Brasil. Ambos têm graves problemas do ponto de vista ético. Recomendamos que nenhum voto seja dado ao candidato Bolsonaro pelo que ele representa contrário à democracia e à proteção dos direitos humanos”, afirmou ela em coletiva nesta quinta (11).

Sobre Fernando Haddad (PT), limitou-se a dizer: “Em relação ao outro candidato que as pessoas votem de acordo com a sua consciência. Poderão votar nulo, branco ou qualquer que seja o voto”.

A Rede não obteve votos suficientes para ultrapassar a chamada “cláusula” de barreira, e deverá ficar sem vários benefícios, como o dinheiro do fundo partidário. Acredita-se que deverá se fundir ao PV, com quem formou a chapa majoritária este ano, tendo Eduardo Jorge como vice.



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