Marisa Lobo comenta as perseguições sofridas pelo movimento LGBT

A profissional foi ameaçada, teve seu site hackeado e até perdeu o registro recuperado recentemente em decisão do CFP


Marisa comenta as perseguições do movimento LGBT

A psicóloga Marisa Lobo começou a se interessar em estudar Direitos Humanos quando passou a ser perseguida pelos ativistas LGBT que a acusavam de impor suas convicções religiosas dentro do seu consultório.



Nenhum de seus clientes fez denúncias contra ela, mesmo assim ela chegou a ter seu registro profissional cassado e precisou recorrer ao Conselho Federal de Psicologia para poder reaver seu registro e voltar atuar como psicóloga.

Em entrevista ao Guia-Me, Marisa Lobo afirmou que se sente perseguida pela militância LGBT que quer acabar com o cristianismo e seus valores. “Há uma militância ideológica muito grande querendo, na verdade, aprovar tudo aquilo que é contrário à religião, principalmente à fé cristã”, disse.


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Foi por ser vítima desse grupo que ela entendeu a importância de estudar e encontrar meios de se posicionar diante dessas afrontas.



“É uma cultura europeia, que estão tentando instalar no Brasil e eu chamo de reorientação social e sexual. Para você saber lidar com isso e enfrentar, que é um enfrentamento o que a gente faz na verdade, você precisa estudar outras culturas, estudar como as pessoas pensam, e nesse estudo todo eu percebi que isso não passa de uma perseguição religiosa, contra um povo cristão”.

Com esses estudos, Marisa Lobo entendeu que Direitos Humanos não deve ser usado para manipular grupos em favor de outros grupos.



“Eu entendi que os Direitos Humanos não podem ser usados como uma bandeira ideológica das minorias contra as maiorias. Os Direitos Humanos devem ser usados de forma multilateral, todos nós temos direitos humanos. Todos nós temos direito de transitar, de ser o que quisermos, de deixar de ser o que quisermos, a não ser que afete a terceiros – meu direito vai até onde começa o direito do outro.”

Perseguição e ameaças

Porém a postura da psicóloga diante desse tema lhe custou muitas acusações, perseguições e até ameaças de morte. “Recebi muitas ameaças de morte, sofro muito bullying, muitos ataques, o povo ofende, xinga. Meus filhos sofreram ataques pela internet, eu tive que deixar de seguir meus filhos, eu tive que esconder eles. Ninguém me vê na internet curtindo uma foto dos meus filhos, não faço isso há quatro anos”, relata.

Uma vez ela foi ameaçada em um aeroporto, e em outro episódio a agência de turismo que Marisa administrava foi pichada e o site foi hackeado. Por muito tempo ela usou o site Psicologia Cristã, mas não consegue mais recuperá-lo após os ataques.

Mesmo forte, a psicóloga já teve medo e ficou triste. “Se você tem uma bandeira e tem fé no que acredita – no meu caso em Deus, nos princípios, na moral e na família – você tem que lutar por ela. Eu luto, mas não é fácil. Às vezes a gente deprime, às vezes a gente fica triste”.

Mas foi por conta desses ataques enfrentados, que Marisa conseguiu ser conhecida em todo o Brasil e passou a atuar em favor da família.

“Hoje eu sou a psicóloga que mais participou de audiências públicas no Brasil. Tenho mais de 38 audiências públicas. Não conheço nenhum profissional que tenha estado presente em tantas prefeituras, Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais e tantas vezes em Brasília, na Câmara Federal, palestrando em defesa da família, da vida e fazendo campanhas contra a pedofilia, abuso sexual infantil e contra as drogas.”




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