Marisa Lobo é condenada a pagar indenização a conselheiros do CRP

"Deus há de me dar graça, para corrigir esta injustiça", declarou a psicóloga


Marisa Lobo é condenada a pagar indenização a conselheiros do CRP

O 11º Juizado Cível Especial de Curitiba (PR) condenou a psicóloga cristã Marisa Lobo a pagar uma indenização por danos morais aos membros do Conselho Regional de Psicologia que participaram de seu julgamento.

A profissional foi processada por ter afirmado durante entrevista no programa “Vejam Só”, na RIT TV, que foi vítima de um julgamento armado pelo CRP-PR que a denunciou por “praticar a cura gay”.



Marisa Lobo quase perdeu o registro, o Conselho Regional chegou a cassá-lo, porém o processo foi revertido ano Conselho Federal de Psicologia e a profissional não perdeu o direito de exercer a profissão.

Mas pela decisão do juiz Gaspar Luiz Mattos de Araújo Filho, a fala de Marisa na TV foi passível de danos morais e por isso ela terá que pagar R$ 30 mil de indenização.

A psicóloga já apresentou a apelação e explicou ao Gospel Prime que durante o programa ela não citou o nome dos participantes da ação, mas que ao falar sobre o caso de perseguição que sofreu, ela disse que foi “uma armação do diabo”.



“Um dos dois conselheiros que me processaram disse que se sentiu ofendido, trouxe uma testemunha que afirmou que ele estava abalado emocionalmente e nem consegue trabalhar direito, que isso ofendeu demasiadamente sua profissão”, declara Marisa Lobo.

Porém a psicóloga nunca viu esses conselheiros que a processam, e nem sabe ao certo o nome deles. “Eu nunca estava presente nos julgamentos [do CRP-PR], nunca citei o nome deles”, afirmou.



Contudo o juiz resolveu aceitar o pedido de indenização e coube à psicóloga cristã apelar da decisão. “Me sinto injustiçada, mas estamos vivendo este momento onde eu posso ser humilhada por revistas, jornais, pessoas… Mas se eu abrir minha boca para me defender, sou punida”, disse.

Marisa pretende levar o caso até o Supremo Tribunal Federal. “Deus há de me dar graça, fé e condições para corrigir esta injustiça”, declara.

Ela explica que no programa falou sobre a situação do CRP e não citou nomes, nem ofendeu ninguém, apenas explicou o que estava acontecendo com ela que quase perdeu seu registro como psicóloga.




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